- A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, pediu atenção às consequências rápidas da inteligência artificial para políticas monetárias.
- Ela alertou contra esquecer as pessoas que podem perder empregos com esse avanço tecnológico.
- Georgieva afirmou que comunidades cujos empregos evaporaram nem sempre foram reintegradas à economia.
- As observações foram feitas durante as reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, em Washington.
- Em meio à Revolução da IA, ela disse que não se deve permitir que esse esquecimento se repita.
O FMI alerta sobre as consequências do rápido avanço da inteligência artificial. A diretora-gerente, Kristalina Georgieva, pediu aos formuladores de política monetária que considerem, com urgência, os impactos dessa tecnologia nos mercados de trabalho. A manifestação ocorreu nesta quinta-feira, 16, durante as reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, em Washington.
Georgieva destacou que a velocidade das inovações em IA pode provocar perdas de empregos em setores inteiros. Ela enfatizou a necessidade de não deixar para trás as comunidades afetadas, que históricamente não foram plenamente reintegradas à economia após mudanças estruturais.
A dirigente reforçou a importância de políticas que acompanhem a transição tecnológica, buscando reduzir impactos adversos no emprego. As reuniões de primavera, em Washington, reuniram representantes do FMI e do Banco Mundial para analisar cenários macroeconômicos e medidas de mitigação.
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