- O governo avalia novas medidas de mitigação econômica em Brasília, com participação da Casa Civil e do Ministério da Fazenda.
- A ideia é atender setores afetados pela guerra entre Estados Unidos e Irã.
- O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, afirma que a guerra está prejudicando a economia.
- Ele frisa que não se pode transferir a conta da situação para o consumidor.
- Guimarães ressalta a responsabilidade do governo em tomar medidas para enfrentar o problema, que atinge a todos.
O governo avalia novas medidas econômicas em resposta à escalada da guerra entre Estados Unidos e Irã. A Casa Civil e o Ministério da Fazenda conduzem o estudo para mitigar impactos setoriais no curto prazo. Aite ora a prioridade é evitar que custos da tensão cheguem aos cidadãos.
Segundo o ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, a iniciativa busca proteger setores mais afetados pela conjuntura externa. Ele destacou que a guerra está a-foot na economia do país e que o governo tem responsabilidade de agir sem repassar encargos para o consumidor.
A avaliação interna aponta a necessidade de instrumentos que reduzam pressões sobre preços, fluxo de caixa de produtores e custos de energia. O objetivo é manter estabilidade macroeconômica enquanto se busca apoio a segmentos vulneráveis durante o conflito.
Medidas em estudo
As propostas em análise incluem ajustes em tributos setoriais, programas de subsídios seletivos e mecanismos de ajuste de câmbio voltados a reduzir efeitos diretos sobre a inflação. As ações devem atuar de forma coordenada entre os ministérios.
A expectativa é apresentar as ações aos gestores públicos e aos parlamentares nas próximas semanas, com foco na proteção de emprego, renda e competitividade do país diante da instabilidade externa. As medidas não representam novidades apenas para o governo, mas para o conjunto da economia.
Entre na conversa da comunidade