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Governo mantém planejamento para reduzir dívida, diz Fazenda

Fazenda afirma ter plano consistente de médio e longo prazo para reduzir a dívida, mesmo com FMI projetando 100% do PIB para o próximo ano

Durigan: ‘resiliência para a economia’ — Foto: Cadu Gomes/VPR
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  • O FMI apontou que a dívida pública brasileira chegará a 100% do PIB no próximo ano.
  • O Ministério da Fazenda divulgou nota dizendo que há um planejamento consistente de médio e longo prazo para reduzir essa dívida.
  • O objetivo é consolidar a trajetória de austeridade e estabilizar as contas públicas, segundo a Fazenda.
  • A notícia reforça o foco do governo em manter políticas fiscais que deem resiliência à economia.

O FMI projetou que a dívida pública brasileira chegará a 100% do PIB no próximo ano. Em resposta, o Ministério da Fazenda informou que o governo mantém um planejamento “consistente de médio e longo prazo” para reduzir esse indicador.

Segundo a Fazenda, o planejamento envolve regras e metas para a trajetória da dívida, com foco em estabilidade fiscal e retorno gradual ao equilíbrio das contas públicas. A nota foi publicada após o marco da projeção do FMI.

O anúncio foi feito no contexto de avaliações sobre o aumento da relação dívida/PIB e suas implicações para a economia brasileira. A pasta destacou que as ações incluem medidas para reforçar o crescimento e manter a sustentabilidade fiscal.

Dario Durigan, responsável pela área econômica do governo, enfatizou a necessidade de manter resiliência econômica diante de cenários adversos. A defesa é de que o país possui instrumentos para conter o efeito de choques externos.

A divulgação da Fazenda não detalha medidas específicas, mas reafirma o compromisso com uma trajetória de redução gradual da dívida. A instituição acrescenta que a dinâmica dependerá de fatores macroeconômicos e do desempenho fiscal próximo.

Durigan reforçou que a agenda busca manter a confiança dos investidores e a estabilidade macroeconômica. O governo aponta avanços na composição de propostas que promovam disciplina fiscal sem comprometer o crescimento.

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