- Ibovespa caiu 0,46%, aos 196.819 pontos, pelo segundo pregão seguido.
- Petrobras subiu 3,60%, mas o índice manteve a trajetória de queda, influenciado pela sinalização sobre o conflito no Oriente Médio.
- Brent chegou próximo a US$ 98 o barril e WTI a US$ 93, com o Estreito de Ormuz ainda paralisado.
- Dólar comercial ficou estável frente ao real, em leve alta de 0,02%, a R$ 4,993.
- Delegados do FMI e do Banco Mundial alertaram que danos econômicos da guerra podem ser subestimados; Trump disse que acordo com o Irã é “muito bom” e falou em cessar-fogo entre Israel e Líbano.
O Ibovespa fechou em queda pelo segundo pregão seguido, recuando 0,46% e atingindo 196.819 pontos. A sessão veio após uma sequência de cinco altas, que levou o índice a perto de 120.000 pontos.
A Petrobras subiu 3,60%, mas o movimento positivo não foi suficiente para sustentar o índice. As ações acompanharam a trajetória do petróleo no mercado internacional, impactado pela incerteza sobre o andamento da guerra no Oriente Médio.
Há inquietudes sobre o futuro do Estreito de Ormuz, rota de transporte de aproximadamente um quinto do petróleo mundial. A paralisação segue sem avanço nas negociações, e o Brent chegou a pouco menos de US$ 98, enquanto o WTI ficou próximo de US$ 93 por barril.
O dólar comercial permaneceu estável diante do real, registrando leve alta de 0,02%, cotado a R$ 4,993.
Panorama internacional e impactos no petróleo
Delegados das reuniões do FMI e do Banco Mundial em Washington destacaram que os mercados subestimam os danos econômicos da guerra. Declarações de líderes estrangeiros influenciariam os mercados, segundo os participantes.
Pelo lado norte-americano, sinais vindos de Washington contribuíram para os movimentos de pregão nos EUA, com o S&P 500, Nasdaq e Dow Jones registrando novas máximas.
Dow Jones teve alta de 0,24%, S&P 500 subiu 0,26% e Nasdaq avançou 0,36%, refletindo o giro de negócios impulsionado por discursos e negociações regionais.
As mudanças no cenário geopolítico ajudam a explicar o comportamento de commodities, forex e ações na sessão sul-americana, ainda que os efeitos diretos variem conforme os agentes do mercado.
Observação de risco e continuidade
Especialistas sinalizam que, com a volatilidade associada ao Oriente Médio, ajustes adicionais podem ocorrer conforme novidades sobre negociações e escopo de cessar-fogo. O cenário demanda cautela de investidores.
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