Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Medidas do Orçamento serão grande desafio para o próximo governo, diz economista

Medidas automáticas do orçamento de 2027 limitam gastos e restringem benefícios, impondo grande desafio fiscal já no primeiro ano do próximo governo

Vista do Congresso Nacional em Brasília, com as duas torres retangulares ao centro, as cúpulas branca e côncava dos plenários à frente, gramado amplo em primeiro plano e carros circulando pela via
0:00
Carregando...
0:00
  • Medidas automáticas no Orçamento de 2027 visam conter despesas, especialmente após o registro de déficit nas contas públicas.
  • O crescimento dos gastos com pessoal fica limitado abaixo da inflação.
  • Não haverá criação, ampliação ou prorrogação de benefícios tributários enquanto persistir o desequilíbrio fiscal.
  • As medidas entram em vigor já no primeiro ano do próximo governo.
  • Economista Carla Beni classifica o ajuste como grande desafio e aponta que a proposta é um passo ousado no arcabouço fiscal.

O Orçamento de 2027 incluirá mecanismos automáticos para conter despesas, com foco na redução do déficit das contas públicas. Entre as medidas está a limitação do crescimento dos gastos com pessoal acima da inflação. Além disso, o texto impede a criação, ampliação ou prorrogação de benefícios tributários durante o desequilíbrio fiscal. As regras entram em vigor já no primeiro ano do próximo governo.

A proposta faz parte de um arcabouço fiscal que busca controlar o ritmo de gastos, após registro de deficit no setor público. Ao todo, o pacote pretende impor limites mais rígidos e evita novos incentivos que aumentem o gasto público sem correspondência na receita.

Em entrevista ao Conexão Record News, na quinta-feira (16), a economista Carla Beni avaliou o pacote como um grande desafio para o próximo governo. A especialista aponta que as mudanças representam um ajuste significativo para a política fiscal do país.

Ela explica que, historicamente, houve variações de regime: teto de gastos em governos anteriores e o arcabouço fiscal na gestão atual. Segundo a especialista, a propostas abrange uma restrição de despesas e a ideia de alcançar superávit já no próximo mandato.

De acordo com Carla, a novidade está na adoção de mecanismos automáticos que atuam independentemente de ações legislativas. A economista ressalta que o efeito principal é conter o crescimento das despesas, o que pode impactar áreas sociais e investimentos.

Contexto técnico

A medida visa manter o equilíbrio fiscal a partir de regras automáticas, sem depender exclusivamente de cortes discricionários. Autoridades avaliadas pela imprensa sinalizam que o objetivo é estabilizar a trajetória da dívida pública e ampliar a previsibilidade orçamentária.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais