- Guilherme Mello assume a presidência do conselho de administração da Petrobras, vindo do Ministério do Planejamento e Orçamento, fortalecendo a influência da equipe econômica do governo na estatal.
- O conselho passa a ter onze integrantes: seis indicados pela União, quatro pelos acionistas minoritários e um representante dos trabalhadores.
- Entre os integrantes indicados pelos minoritários estão Francisco Petros e Rachel Maia; Magda Chambriard é reconduzida ao posto de conselheira.
- A assembleia aprovou o pagamento de R$ 8,1 bilhões em dividendos adicionais, relativos ao lucro de 2025.
- A medida ocorre num momento de valorização da Petrobras no mercado e de fortalecimento do equilíbrio entre interesses do governo e de privados na companhia.
A Petrobras redefiniu hoje a composição de seu conselho de administração e aprovou a distribuição de 8,1 bilhões de reais em dividendos aos acionistas, referentes ao lucro de 2025. Guilherme Mello assume a presidência do colegiado, fortalecendo a presença da equipe econômica do governo na cúpula da estatal.
O novo conselho tem 11 integrantes: seis indicados pela União, acionista controlador; quatro representantes dos acionistas minoritários; e um representante dos trabalhadores. A configuração mantém o controle estatal, porém abre espaço para nomes do mercado.
A assembleia ocorreu em meio ao momento de valorização da Petrobras e ao incremento da atuação da empresa no cenário internacional de energia. A formação reforça o equilíbrio entre interesses do governo e de investidores privados na governança da estatal.
Novo conselho de administração
- Guilherme Mello – presidente
- Magda Chambriard – conselheira
- Renato Galuppo – conselheiro
- José Fernando Coura – conselheiro
- Marcelo Weick – conselheiro
- Fábio Bittes – conselheiro
- Francisco Petros – representante dos minoritários
- Juca Abdalla – representante dos minoritários
- Marcelo Gasparino – representante dos minoritários
- Rachel Maia – representante dos minoritários
- Rosangela Buzanelli Torres – representante dos funcionários
A assembleia aprovou, ainda, o pagamento de 8,1 bilhões de reais em dividendos adicionais, parte de um pacote de remuneração aos acionistas, com base no resultado de 2025. A mudança na direção ocorre em um momento de maior protagonismo da estatal no setor de energia.
Entre na conversa da comunidade