- O número de funcionários das prefeituras aumentou vinte e um por cento entre 2021 e 2025, passando de 6,2 milhões para 7,5 milhões.
- Em comparação, a União teve alta de dois por cento e os estados cresceram sete vírgula trinta e nove por cento no mesmo período.
- O contingente no setor público municipal subiu de 6,2 milhões em dezembro de 2021 para 7,5 milhões em 2025; na União, foi de 1,62 milhão para 1,65 milhão.
- O estudo, com dados da PNAD do IBGE, aponta que o total de ocupados na administração pública fica em torno de 13 milhões, em um universo de 39 milhões a 40 milhões.
- O avanço é explicado pela melhora fiscal e pela maior demanda por serviços, especialmente na saúde; no trimestre encerrado em janeiro de 2026, o emprego público cresceu 4,5 por cento, ante 2,1 por cento no privado com carteira.
O número de funcionários nas prefeituras brasileiras cresceu 21% entre 2021 e 2025, segundo dados da PNAD do IBGE compilados pelo economista Bruno Imaizumi. O aumento supera outras esferas da gestão pública no mesmo período.
A administração federal teve alta de 2%, enquanto a estadual avançou 7,39%. No total, o quadro municipal passou de 6,2 milhões para 7,5 milhões de trabalhadores. Já a União saiu de 1,62 milhão para 1,65 milhão.
O estudo aponta que a melhora fiscal e a maior demanda por serviços, especialmente na saúde, aceleram o ritmo de contratação nas prefeituras. O avanço é acompanhado pela trajetória do mercado de trabalho como um todo.
Causas e impactos
A relevação destaca que, no conjunto da administração pública, o contingente municipal responde pela maior expansão. A participação do setor público na ocupação total mantém-se estável em torno de 13 milhões de pessoas.
Entre os setores, o privado com carteira assinada cresceu 2,1% no último trimestre, enquanto o setor público avançou 4,5% na mesma base de comparação, indicando ritmo diferencial de expansão.
Panorama recente
Ao todo, o contingente público brasileiro oscila entre 39 e 40 milhões de trabalhadores estimados, com cerca de 25 milhões de trabalhadores por conta própria. O estudo reforça que o setor público foi o de maior crescimento entre as ocupações acompanhadas.
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