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Rede hoteleira americana reduz preços para Copa do Mundo

Hotéis nos Estados Unidos reduzem tarifas em cerca de um terço para a Copa, buscando reverter demanda ainda abaixo do esperado e maior disponibilidade de quartos

As seleções que vão disputar a Copa do Mundo de 2026
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  • Faltam 56 dias para a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México.
  • Hotéis nas cidades-sede reduziram diárias em cerca de um terço em relação ao pico do início do ano para atrair torcedores.
  • A demanda ainda não atingiu as expectativas; o presidente da Associação de Hotéis de Nova York afirmou que não houve aumento significativo.
  • O cancelamento de reservas por parte da FIFA para equipes técnicas e delegações ampliou a oferta de quartos disponíveis.
  • Estima-se que torcedor gaste pelo menos US$ 6.900 para ver todos os jogos da seleção até a final, com inflação e tensões internacionais contribuindo para o desafio de viagens.

O que acontece: a rede hoteleira dos Estados Unidos alterou sua estratégia para a Copa do Mundo de 2026, reduzindo preços das diárias em várias cidades-sede. A medida busca mitigar a queda de demanda prevista em meio aos custos elevados de ingressos e incertezas globais.

Quem está envolvido: hotéis de cidades como Atlanta, Dallas, Miami, Filadélquia e San Francisco participam da mudança. Executivos do setor também comentam sobre o cenário, citando impactos de cancelamentos de reservas por parte da FIFA.

Quando e onde: faltam 56 dias para o início do torneio, que ocorre nos EUA, Canadá e México. Os ajustes visam tornar a hospedagem mais atrativa em cidades norte-americanas onde o fluxo de torcedores ainda não atingiu as expectativas.

Por que: a busca por pacotes turísticos sofreu recuo devido a custos elevados de ingressos e incertezas econômicas. Além disso, a FIFA cancelou reservas de equipes técnicas, ampliando a oferta de quartos disponíveis entre os jogos.

Preços mais baixos e sinais de demanda recuando

Tarifas para dias de jogos caíram aproximadamente um terço em cidades como Atlanta, Dallas, Miami, Filadélfia e San Francisco, segundo o Financial Times. A queda indica que o fluxo internacional ainda não decolou.

Perspectivas de especialistas e impactos no setor

Vijay Dandapani, presidente da Associação de Hotéis de Nova York, diz que a demanda ainda não reagiu de forma expressiva. Um mercado que precisava de crescimento não recebeu o impulso esperado da FIFA.

Scott Yesner, da Bespoke Stay, aponta tendência de redução de tarifas conforme alguns operadores ajustam preços para evitar ocupação baixa. A prática é citada como reação ao cenário de incertezas.

Jan Freitag, da CoStar, afirma que o cancelamento de reservas técnicas amplia a disponibilidade de quartos entre os jogos, pressionando ainda mais os preços.

Líderes do setor destacam fatores adicionais como inflação, elevação de passagens aéreas e tensões internacionais, que contribuem para a menor disposição de turistas internacionais de viajar aos EUA neste momento.

Projeções e impactos para o turismo americano

Analistas estimam gastos mínimos por torcedor para acompanhar a seleção até a final, superando valores da Copa do Catar. O mercado aguarda sinais de recuperação conforme o mercado de ingressos se tornar mais acessível e estável.

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