- O Copom decidiu manter o balanço de riscos da inflação sem assimetria clara na última reunião, listando riscos tanto para cima quanto para baixo.
- O choque de oferta causado pela guerra no Irã é citado como um fator relevante para o cenário de inflação.
- Paulo Picchetti, diretor de assuntos internacionais do Banco Central, afirmou que, desde a reunião de março, o balanço de riscos tem parecer mais assimétrico.
- A afirmação foi feita durante o evento Itaú Latam Day, em Washington.
- A mensagem destaca que, se os riscos negativos ficaram mais evidentes, o tamanho total do ciclo de corte de juros pode ser impactado.
Em Washington, o Copom informou que não houve assimetria clara no balanço de riscos da inflação na última reunião, apesar do choque de oferta gerado pela guerra no Irã. O cenário manteve riscos tanto para cima quanto para baixo.
OBC — o diretor de assuntos internacionais do Banco Central, Paulo Picchetti, disse que desde a reunião de março o balanço de riscos tende a se tornar mais assimétrico. A afirmação foi feita durante o evento Itaú Latam Day, em Washington.
Contexto externo continua influente: o choque de oferta do Irã é citado como fator relevante para as projeções. Em linhas gerais, a instituição avaliou que movimentos da inflação dependem de variáveis globais e de políticas domésticas.
Perspectiva de política monetária
O Copom não alterou a posição sobre cortes adicionais e segue atento a sinais de volatilidade nos mercados. A leitura completa do comitê depende de próximos dados de inflação e atividade econômica.
Observação sobre o cenário internacional
A fala de Picchetti reforça que, mesmo com choques externos, o BC acompanha a evolução de fatores internos para calibrar eventuais ajustes na política monetária. O banco mantém o monitoramento constante do cenário global.
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