- Kevin Warsh terá a primeira grande apresentação pública como indicado à presidência do Federal Reserve, na próxima semana, para discutir suas preocupações de longo prazo com o peso do banco no mercado.
- Ele defende uma redução rápida do balanço da instituição, que está em “$6.6 trillion” desde a era da crise.
- A sabatina no Senado deve focar em política de juros, mas há sinais de que as ideias de Warsh sobre o balanço ganham força entre formuladores de políticas.
- Enquanto o tema avança, ainda há resistência a reformas amplas, com debates sobre como limitar o papel do Fed no mercado.
Kevin Warsh, indicado pelo presidente para a cadeira do Federal Reserve, terá seu primeiro grande palco público na próxima semana para falar sobre o tamanho do ativo total do banco central. O objetivo é abordar preocupações antigas sobre a atuação do Fed no mercado.
Warsh defende uma redução mais abrupta do saldo de 6,6 trilhões de dólares acumulado durante a crise. O tema ganha força mesmo com resistência a reformas amplas, à medida que parlamentares e reguladores avaliam mudanças para reduzir o papel do Fed no mercado.
A audiência de confirmação no Senado deve, em princípio, concentrar-se na política de juros, mas sinais indicam que a linha de reformulação do balanço aparece entre as prioridades. As autoridades reconhecem que há espaço para debate sobre o tamanho do balanço.
O ambiente atual envolve decisões sobre como conter a influência do Fed sem prejudicar a estabilidade financeira. A avaliação sobre a visão de Warsh ocorre em um momento de transição, com foco em responsabilidade regulatória e supervisão de mercados.
Contexto e desdobramentos
- Warsh argumenta que um balanço menor poderia reduzir riscos de intervenção excessiva do Fed.
- O comitê do Senado tem a palavra final sobre a nomeação, com votação prevista para as próximas semanas.
- Enquanto alguns gestores defendem mudanças graduais, outros destacam a necessidade de clareza sobre metas de política econômica.
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