- Bolsas e câmbio seguem longe do melhor nível do dia, mas mantêm ganhos por alívio global com a reabertura do Estreito de Ormuz; petróleo passa a cair com força.
- Dólar à vista cai 0,52%, a R$ 4,9667, após mínima intraday de R$ 4,9502; câmbio externo também recua frente várias moedas.
- Índice Ibovespa avança 0,38%, aos 197.576 pontos, enquanto Petrobras cai mais de 5% com a queda dos preços do petróleo.
- Preço do petróleo Brent recua 10,48%, para US$ 88,97 o barril, após anúncio iraniano.
- O dólar global (DXY) recua 0,40%, aos 97,818 pontos, refletindo o tom mais tranquilo no exterior.
A bolsa brasileira e o câmbio encerraram a primeira parte da sessão em patamares abaixo do pico do dia, mas ainda com ganho frente a cenários anteriores. O aperto de risco global amenizou o apetite por ativos de risco, após a reabertura do Estreito de Ormuz e sinais de redução de tensões no Oriente Médio.
No exterior, o dólar caiu contra várias moedas após a abertura de Ormuz, contribuindo para tom de tranquilidade nos mercados. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de divisas, caiu 0,40%, para 97,818 pontos.
No Brasil, o Ibovespa avançava 0,38%, aos 197.576 pontos, sustentado pelo bom ritmo externo. Entretanto, as ações da Petrobras recuaram mais de 5%, refletindo a fraqueza dos preços do petróleo.
Perto das 10h50, o dólar à vista operava em queda de 0,52%, a R$ 4,9667, após tocar a mínima intradiária de R$ 4,9502, menor nível desde março de 2024. O ambiente externo ajudou moedas emergentes, com o won sul-coreano e o rand sul-africano em alta frente ao dólar.
No mercado de commodities, o Brent, referência global, registrava queda de 10,48%, a US$ 88,97 o barril, após o anúncio iraniano. A repercussão foi a fuga de risco na abertura, com investidores repercutindo o anúncio de reabertura total do Estreito de Ormuz.
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