- O dólar caiu 0,19%, atingindo a mínima de R$ 4,950 nesta sexta-feira (17.abr.2026), em função da reabertura do estreito de Ormuz.
- O estreito ficou totalmente liberado para passagem de embarcações comerciais durante o cessar-fogo com os EUA, fato confirmado pelo ministro iraniano de Relações Exteriores; Trump agradeceu ao Irã em redes sociais.
- Investidores estrangeiros já colocaram R$ 14,7 bilhões na bolsa até 4ª feira (15.abr); no ano, o saldo está positivo em R$ 68,0 bilhões, com IPOs e follow-ons elevando o ganho para R$ 68,5 bilhões.
- O CDS de cinco anos (risco-país) caiu para 128 pontos, ante 194 pontos há um ano.
- No petróleo, o Brent recuou para US$ 91,57 o barril (-7,87%), com mínima de US$ 86,10; na bolsa brasileira, Petrobras pesou o recuo, com ações preferenciais caindo 4,85% para R$ 46,22 e ordinárias em 5,31%.
O dólar caiu 0,19% nesta sexta-feira (17.abr.2026), fechando a cotação em R$ 4,950 na mínima do dia. A turbulência mudou de tom após a reabertura do estreito de Ormuz, permitida para passagem de embarcações comerciais durante o cessar-fogo com os EUA.
O Irã informou que o estreito estaria totalmente liberado, o que amenizou tensões geopolíticas e atraiu fluxos para ativos de risco. O presidente dos EUA, Donald Trump, agradeceu publicamente, o que ajudou a acalmar o ambiente financeiro. Investidores passaram a buscar oportunidades em mercados emergentes.
Estrangeiros compraram R$ 14,7 bilhões na bolsa brasileira até quarta-feira (15.abr), mês corrente, com saldo positivo de R$ 68,0 bilhões no ano. O total com IPLs e follow-ons mostra avanço anual de R$ 68,5 bilhões.
Petroleo e risco-país
O Brent caiu para US$ 91,57, queda de 7,87%, com mínima de US$ 86,10. A recuperação de fluxo no estreito derrubou também o petróleo no mercado internacional. Em consequência, as ações da Petrobras recuaram na B3, com preferenciais a R$ 46,22 (-4,85%) e ordinárias a -5,31%.
O risco-país, medido pelo CDS de 5 anos, ficou em 128 pontos nesta sexta-feira, ante 194 pontos há um ano. A leitura indica melhora da percepção de crédito brasileiro frente a períodos anteriores.
Entre na conversa da comunidade