- Os Estados Unidos suspenderam até 16 de maio a maioria das sanções contra a indústria petrolífera russa, segundo anúncio do Departamento do Tesouro.
- A medida abrange operações de embarque e entrega de petróleo russo e também vale para navios da frota fantasma russa que estavam sob sanções.
- Permanecem em vigor as proibições de transações com Irã, Coreia do Norte, Cuba e as regiões ucranianas ocupadas, entre elas a Crimeia.
- A decisão ocorre em meio à retomada do tráfego no Estreito de Ormuz, que derrubou significativamente os preços do petróleo.
Os Estados Unidos estenderam a suspensão de parte das sanções contra a indústria petrolífera russa até 16 de maio, conforme anúncio do Departamento do Tesouro nesta sexta-feira, 17. A medida suspende, em grande parte, restrições sobre o embarque e entrega de petróleo russo, inclusive para navios da chamada frota fantasma russa que estavam sob sanções.
Apenas permanece proibida a transação com países e regiões listados: Irã, Coreia do Norte, Cuba, além das áreas ucranianas ocupadas, entre elas a Crimeia. A mudança não afeta, contudo, as medidas aplicadas a outras entidades ou setores sob sanções anteriores.
Contexto e impacto no mercado
A decisão coincide com a retomada do tráfego no Estreito de Ormuz, que tem contribuído para uma queda acentuada nos preços do petróleo. Analistas apontam que o fluxo de óleo pode aumentar a oferta disponível no mercado mundial, pressionando os valores.
Segundo autoridades, a suspensão é válida até 16 de maio e visa oferecer flexibilidade operacional para empresas envolvidas no comércio de petróleo russo. A medida não altera regras para transações com países e regiões especificamente mencionados.
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