- O Plano Safra 2026/2027 deve ser lançado em menos de três meses e é o principal incentivo do governo para financiar custeio, investimento, comercialização e seguro da produção agrícola.
- A inadimplência no campo, as taxas de juros altas, o aumento dos fretes agrícolas e as incertezas internacionais, principalmente pela guerra no Oriente Médio, alimentam expectativa de um plano mais generoso, ainda que com limitações.
- O professor Daniel Vargas, da Fundação Getúlio Vargas, afirma que o cenário de incerteza e risco tende a influenciar o desenho do plano.
- Segundo Vargas, o governo tende a oferecer um plano generoso, mas com limitações que já são públicas.
- Em meio às dificuldades, cooperativas aparecem como caminho para os produtores, pois proporcionam escala, preços menores via compra em mutirão e acesso a estruturas financeiras mais sofisticadas.
O governo deve anunciar o Plano Safra 2026/2027 em menos de três meses. O programa é o principal incentivo do governo federal para financiar o custeio, investimento, comercialização e seguro da produção agrícola.
Especialista da FGV, Daniel Vargas, ressaltou que inadimplência no campo, juros altos, fretes elevados e insegurança internacional, acentuada pela guerra no Oriente Médio, alimentam a expectativa de um plano mais generoso, porém com limitações explícitas.
Em meio aos desafios para o produtor rural, Vargas destacou a cooperação entre produtores como caminho estratégico. As cooperativas reduzem custos por meio de compras em mutirão e ampliam acesso a estruturas financeiras, fortalecendo quem atua de forma fragmentada. O exemplo de regiões com forte cooperativismo, como o Paraná, é citado para ilustrar o potencial de escala. Readign de Record News Rural.
Entre na conversa da comunidade