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Ibovespa avança com foco na reabertura do Estreito de Ormuz

Ibovespa sobe com a reabertura do Estreito de Ormuz; Petrobras recua diante da queda do petróleo no mercado internacional

Painel de cotações na sede da B3 em São Paulo — Foto: Victor Moriyama/Bloomberg
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  • Ibovespa subia 0,37%, aos 197.548 pontos, com máxima de 198.666 pontos, no começo desta sexta-feira.
  • Investidores reagiram à afirmação do Irã de que a passagem pelo Estreito de Ormuz estaria aberta, sugerindo fim do cessar-fogo.
  • Em contraste, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o bloqueio naval continua até o fim da missão no Irã, pressionando o índice.
  • A notícia fez os preços do petróleo caírem abaixo de US$ 90, contribuindo para a pressão sobre ações ligadas ao petróleo.
  • Petrobras registrava quedas expressivas: ADRs PN caíam cerca de 6,05% e ações ON recuavam aproximadamente 6,07%.

O Ibovespa abriu a sessão em alta, após dois dias de correção. O movimento ocorre diante de sinais de desescalada no Oriente Médio e de declarações de autoridades sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. O índice chegou a tocar a casa dos 198 mil pontos.

Segundo fontes financeiras, a leitura inicial foi de alívio com a notícia de que a passagem pelo estreito foi declarada aberta pelo Irã e por aliados, reduzindo tensões no petróleo. Entre-tempo, o petróleo teve queda.

Após o início da manhã, o presidente dos EUA manteve tom mais cauteloso, o que freou o avanço do Ibovespa. Mesmo assim, as ações da Petrobras recuaram, acompanhando a queda do petróleo no mercado internacional.

Desdobramentos do dia

Às 10h40, o Ibovespa subia 0,37%, aos 197.548 pontos, com máxima intraday de 198.666 pontos. As ações da Petrobras, preferenciais, perdiam 6,05%, enquanto as ordinárias caíam 6,07%. O movimento externo pesou sobre o papel da estatal brasileira.

As oscilações refletem a correção recente do setor de petróleo, que repercute nos ativos nacionais. Analistas destacam que mudanças no cenário geopolítico e na oferta de crude mantêm o radar de risco dos investidores.

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