- Ibovespa subia 0,37%, aos 197.548 pontos, com máxima de 198.666 pontos, no começo desta sexta-feira.
- Investidores reagiram à afirmação do Irã de que a passagem pelo Estreito de Ormuz estaria aberta, sugerindo fim do cessar-fogo.
- Em contraste, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o bloqueio naval continua até o fim da missão no Irã, pressionando o índice.
- A notícia fez os preços do petróleo caírem abaixo de US$ 90, contribuindo para a pressão sobre ações ligadas ao petróleo.
- Petrobras registrava quedas expressivas: ADRs PN caíam cerca de 6,05% e ações ON recuavam aproximadamente 6,07%.
O Ibovespa abriu a sessão em alta, após dois dias de correção. O movimento ocorre diante de sinais de desescalada no Oriente Médio e de declarações de autoridades sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. O índice chegou a tocar a casa dos 198 mil pontos.
Segundo fontes financeiras, a leitura inicial foi de alívio com a notícia de que a passagem pelo estreito foi declarada aberta pelo Irã e por aliados, reduzindo tensões no petróleo. Entre-tempo, o petróleo teve queda.
Após o início da manhã, o presidente dos EUA manteve tom mais cauteloso, o que freou o avanço do Ibovespa. Mesmo assim, as ações da Petrobras recuaram, acompanhando a queda do petróleo no mercado internacional.
Desdobramentos do dia
Às 10h40, o Ibovespa subia 0,37%, aos 197.548 pontos, com máxima intraday de 198.666 pontos. As ações da Petrobras, preferenciais, perdiam 6,05%, enquanto as ordinárias caíam 6,07%. O movimento externo pesou sobre o papel da estatal brasileira.
As oscilações refletem a correção recente do setor de petróleo, que repercute nos ativos nacionais. Analistas destacam que mudanças no cenário geopolítico e na oferta de crude mantêm o radar de risco dos investidores.
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