- O Ibovespa atingiu recordes em abril e acumula alta de mais de 22% no ano.
- A Leblon Equities avalia que o movimento não foi exagerado, sendo resultado de uma “recuperaçãozinha” na alocação de ações brasileiras em portfólios globais.
- O sócio-fundador Pedro Rudge afirma que o fluxo estrangeiro não deixou as large caps caras; apenas reduziu a gordura das ações.
- A gestão da Leblon reforça que a leitura é de ajuste de peso nas ações brasileiras dentro de carteiras globais, não de uma valorização impulsionada apenas por fatores locais.
O Ibovespa atingiu recordes em abril e acumula alta superior a 22% no ano, segundo dados do mercado. A leitura da Leblon Equities é de que essa valorização não foi um exagero, mas sim um movimento calibrado pelo aumento da alocação em ações brasileiras dentro de portfólios globais.
Para Pedro Rudge, sócio-fundador da Leblon Equities, o fluxo estrangeiro não tornou as large caps caras; na prática, ele apenas removeu a gordura existente nas ações. Em entrevista, ele explicou que a recuperação foi necessária para ajustar o peso das ações brasileiras nos portfólios globais, sem indicar explosões de realização ou supervalorização.
O comentário foi feito à frente de um cenário de recuperação, com o Ibovespa registrando ganhos expressivos ao longo do primeiro quadrimestre. A Leblon Equities mantém visão de que o câmbio entre fluxos internacionais e perfis de risco corporativo influencia o desempenho do mercado local, sem prever mudanças abruptas.
A equipe de gestão da casa ressaltou a importância de manter uma leitura cautelosa, com base em dados de demanda internacional e na composição de índices, para sustentar o rendimento observado até aqui.
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