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Operação combate pirâmide financeira no Rio que deixou prejuízo de 7 milhões

Operação mira quadrilha de pirâmide financeira no Rio, com onze prisões; prejuízo estimado em R$ 7 milhões, 19 empresas de fachada e esquema Ponzi

Uma viatura que participa da operação deixa a Cidade da Polícia — Foto: TV Globo/Reprodução
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  • A Delegacia de Defraudações (DDEF) deflagrou operação contra quadrilha de pirâmide financeira no Rio de Janeiro, com prejuízo estimado em cerca de R$ 7 milhões, conforme as investigações.

  • Onze mandados de prisão foram cumpridos na capital, em Niterói e em São Gonçalo; uma pessoa foi presa; a ação teve apoio do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE).

  • O grupo atua desde 2020 e criou um conglomerado de 19 empresas de fachada, todas registradas no mesmo endereço, na Rua da Assembleia, no Centro do Rio.

  • Os suspeitos prometiam retorno de aproximadamente 3% ao mês, pagavam nos primeiros meses para estimular reinvestimento e indicação de novos participantes, mas saques eram bloqueados conforme o esquema Ponzi.

  • Entre as vítimas, uma investiu cerca de R$ 1,5 milhão em contratos sucessivos; outra foi levada a fazer um empréstimo para investir e acabou com dívidas.

Oitava-feira de cumprimento de mandados mira quadrilha responsável por golpe financeiro. A Delegacia de Defraudações deflagrou a operação, que envolve a apuração de um esquema de pirâmide com prejuízo estimado em R$ 7 milhões. A ação ocorre na capital, Niterói e São Gonçalo.

Onze mandados de prisão foram cumpridos, com uma pessoa presa até o momento. A operação tem apoio do Departamento-Geral de Polícia Especializada e envolve investigação iniciada em 2020. Vítimas foram lesadas por promessas de alto rendimento.

As investigações apontam que o grupo utilizava empresas de fachada para captar recursos e simular operações lícitas no mercado financeiro. O retorno prometido era de cerca de 3% ao mês, pago aos primeiros investidores.

Como funcionava o esquema

O dinheiro recebia novos aportes para sustentar os pagamentos aos primeiros participantes. Quando surgiam problemas, uma nova pessoa jurídica era aberta para migrar clientes e manter o golpe ativo.

A quadrilha criou 19 empresas de fachada, todas com o mesmo endereço no Centro do Rio, para dar aparência de legalidade. Os pagamentos iniciais eram estimulantes, com reinvestimentos incentivados.

Impacto e registros

A polícia aponta que pelo menos 165 ações judiciais registram ocorrências contra a quadrilha. Duas vítimas teriam sido impactadas de forma significativa: uma investiu cerca de R$ 1,5 milhão; outra foi tida para investir via empréstimo, gerando dívida.

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