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Pacote de renegociação de dívidas fica pronto em 3 partes, afirma Durigan

Pacote de renegociação de dívidas está pronto e será apresentado em três partes a depender da agenda de Lula; mira famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas

Ministro da Fazenda Dario Durigan fala em entrevista após encontros em Washington
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  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou em Washington que o pacote de renegociação de dívidas está pronto para ser anunciado, dependendo apenas da agenda do Presidente Lula.
  • O programa será dividido em três grupos: famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas. A apresentação pode ocorrer de forma conjunta ou por fases.
  • O objetivo é reduzir o peso da dívida no orçamento de pessoas e empresas, viabilizando renegociação de dívidas caras, como de cartões de crédito, com opções de taxas menores.
  • As propostas podem incluir modalidades como consignado ou empréstimos com alguma garantia, para facilitar as renegociações.
  • O governo não planeja gastar com o pacote; pode atuar como garantidor, mas não haverá aumento de gasto primário nem uso de recursos do Tesouro para subsídios.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou em Washington que o pacote de renegociação de dívidas está pronto para ser anunciado, dependendo apenas da agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele disse que a divulgação pode ocorrer em breve e que o anúncio pode ocorrer de forma conjunta ou em fases.

Durigan detalhou a divisão do programa em três grupos: famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas. A apresentação pode ser feita por etapas, conforme a disponibilidade do governo. A proposta visa reduzir o peso da dívida no orçamento de pessoas e empresas.

Segundo o ministro, o foco é permitir renegociação de dívidas mais caras, como cartões de crédito, com opções de menor custo, como consignado ou empréstimos com garantias. A ideia é oferecer condições que diminuam o encargo financeiro para os atingidos.

Formato do pacote e prazos

O governo não pretende, segundo Durigan, arcar com gastos primários para a renegociação. O Estado pode atuar como garantidor, sem custear juros ou prazos com recursos do Tesouro. A estratégia enfatiza transparência e responsabilidade fiscal.

Finanças públicas e governança

Durigan reiterou que não haverá aumento de gastos públicos com o pacote. O objetivo é reorganizar dívidas por meio de garantias e condições mais favoráveis, sem ampliar despesas primárias. A coletiva ocorreu após encontros com autoridades dos Estados Unidos.

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