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PF investiga Deolane Bezerra e Pablo Marçal por movimentações milionárias

PF cita movimentações milionárias de Deolane Bezerra e Pablo Marçal em relatório ligado à operação Narco Fluxo, apontando possível estrutura de lavagem de dinheiro

Deolane Bezerra, MC Ryan SP e Pablo Marçal • Reprodução/Redes Sociais
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  • A Polícia Federal ampliou investigações sobre um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo artistas, influenciadores e empresários do entretenimento, após a operação Narco Fluxo deflagrada no dia 15, que levou à prisão de MCs como Ryan SP e Poze do Rodo, entre outros.
  • Deolane Bezerra movimentou R$ 5,3 milhões entre maio e junho do ano passado, incluindo uma transferência de R$ 430 mil de uma produtora ligada a MC Ryan SP e repasses relevantes, como R$ 1,16 milhão para um instituto e R$ 1,1 milhão para uma empresa do setor de blindagem de veículos.
  • A PF suspeita que essas operações não teriam justificativa comercial regular, sugerindo uma estrutura compartilhada entre pessoas e empresas ligadas ao esquema.
  • O empresário Pablo Marçal é citado na apuração, com relação a uma operação imobiliária envolvendo a participação direta de MC Ryan SP; Marçal informou que a transação foi regular, com documentos registrados, e se colocou à disposição para apresentar comprovantes.
  • A investigação também envolve Raphael Sousa, conhecido como Choquei, e busca entender como a rede ocultava a origem dos recursos, em meio a outros indícios de atividades criminosas; há menção ao histórico de Deolane, que em setembro de 2024 foi presa em Pernambuco por suposta relação com apostas ilegais, mas liberada posteriormente.

A Polícia Federal ampliou as investigações sobre o esquema de lavagem de dinheiro ligado ao mundo da música e do entretenimento. A operação Narco Fluxo, deflagrada na quarta-feira (15), resultou na prisão de MCs como Ryan SP e Poze do Rodo, além de influenciadores digitais.

Entre os desdobramentos, a PF destacou movimentações financeiras milionárias associadas a Deolane Bezerra, advogada e influenciadora, e a Pablo Marçal, empresário do setor imobiliário. Os investigadores, porém, não apontam os nomes como alvos diretos da ação.

Deolane Bezerra movimentou cerca de R$ 5,3 milhões entre maio e junho do ano passado. A apuração aponta recebimento de R$ 430 mil de uma produtora ligada a MC Ryan SP e repasses relevantes, incluindo R$ 1,16 milhão para um instituto.

Além disso, houve transferência de R$ 1,1 milhão para uma empresa do setor de blindagem de veículos, segundo registros analisados pela PF. Os investigadores duvidam da justificativa comercial das transações, sugerindo uma possível conexão entre pessoas e empresas do esquema.

Pablo Marçal aparece na investigação por suposto vínculo com uma operação financeira ligada à aquisição de um imóvel, com participação direta de MC Ryan SP. O empresário afirmou que a transação foi regular e realizada por uma de suas empresas, com documentos registrados.

Raphael Sousa, conhecido como Choquei, também foi preso na operação, que mira uma rede de lavagem de dinheiro envolvendo artistas, influenciadores e empresas. A PF busca entender o uso de estruturas financeiras para ocultar a origem ilícita dos recursos.

A ação também envolve outros investigados e investiga como as transações complexas teriam favorecido o ocultamento de recursos ilícitos. Em 2024, Deolane Bezerra já havia sido presa em Pernambuco em outro caso relacionado a apostas, mas teve prisão revertida.

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