- O pacote para combater o endividamento está pronto e pode ser anunciado na volta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Brasil, na próxima semana.
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que não haverá impacto primário nas medidas.
- O objetivo é mobilizar garantias para que bancos ofereçam descontos e refinanciem dívidas a juros mais baixos, com garantias do Tesouro em caso de inadimplência.
- O programa atuará em três frentes: famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas, sem divulgar detalhes.
- Durigan também mencionou que várias linhas estão sendo estudadas para reduzir dívidas em linhas caras, como cartão de crédito e CDC, tornando-as mais acessíveis.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o pacote para combater o endividamento está pronto para ser anunciado na volta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Brasil, prevista para a próxima semana, em Washington, EUA. A mensagem é de que não haverá impacto primário nas medidas.
Segundo Durigan, a ideia é mobilizar garantias para que bancos ofereçam descontos e, em seguida, refinem as dívidas a juros mais baixos, com garantias do Tesouro em caso de inadimplência. A iniciativa visa reduzir o custo da dívida.
O programa terá três frentes: famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas, sem entrar em detalhes sobre ações específicas. O objetivo central é diminuir dívidas em linhas caras, como cartão de crédito e CDC, tornando-as mais acessíveis.
Durigan não participou de discussões sobre a possível revogação da chamada taxa das blusinhas, que incide sobre compras internacionais abaixo de US$ 50. Ele disse não ter posição a justificar ou confirmar.
Ainda nesta semana, o ministro sinalizou que a nova versão do programa Desenrola pode incluir o uso do FGTS, liberando parte do saldo para quitar dívidas. A medida, se adotada, ampliaria as opções de quitá-las.
Entre na conversa da comunidade