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XP Asset inicia ofensiva global, priorizando joint ventures e ativos alternativos

XP Asset acelera ofensiva global com joint ventures em ativos alternativos, mirando crédito privado e real estate, e amplia ETFs offshore

Leandro Bousquet, CEO da XP Asset
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  • A XP Asset, sob o comando de Leandro Bousquet, planeja acelerar a expansão global em ativos alternativos por meio de joint ventures com gestores locais, em vez de aquisições.
  • A gestora, que gere cerca de R$ 200 bilhões, reorganiza a gestão offshore e amplia a oferta de produtos no exterior; a custódia internacional já soma aproximadamente US$ 15 bilhões.
  • O modelo de joint venture é visto como mais enxuto, rápido e com menos risco regulatório, buscando vantagem competitiva em mercados globais cada vez mais disputados.
  • A estratégia começa oferecendo produtos globais a clientes brasileiros, com o objetivo de atrair investidores estrangeiros no futuro; conversas com gestoras dos EUA já estão em curso.
  • No Brasil, a XP Asset avança com ETFs — 20 na prateleira hoje, com meta de 28 até o fim do ano — e com o crescimento de carteiras administradas de 1,2 mil para 12 mil em doze meses.

A XP Asset Management acelera sua ofensiva global sob a liderança de Leandro Bousquet, novo CEO. O plano prevê entrada antecipada em ativos alternativos, como crédito privado e real estate, por meio de joint ventures com gestores locais, em vez de aquisições.

A gestora, que administra cerca de R$ 200 bilhões, reorganiza a gestão offshore e amplia a oferta de produtos no exterior. A estratégia foca em acelerar o time-to-market com parcerias que reduzam riscos regulatórios e custos de implantação.

Bousquet aponta que o formato de joint venture é mais enxuto e rápido, buscando vantagem competitiva em um cenário global cada vez mais competitivo. A internacionalização começa pela oferta de produtos globais aos clientes brasileiros.

Expansão internacional e parcerias

A XP Asset já sinaliza conversas com gestoras independentes nos EUA, com prioridade para o mercado norte-americano. A ideia é estruturar produtos globais para o investidor brasileiro antes de atrair capitais estrangeiros para o Brasil.

O grupo já ampliou a custódia internacional para cerca de US$ 15 bilhões, o que sustenta a aposta em crédito privado e imobiliário via parcerias. A estratégia visa reduzir a dependência de aquisições diretas.

Cenário de produtos e atuação local

No Brasil, a XP Asset avança com ETFs, já somando 20 produtos na prateleira e pretendendo chegar a 28 até o fim de 2026. O crescimento é impulsionado pela demanda por estruturas de custo menores e maior diversificação.

Paralelamente, carteiras administradas para varejo devem ganhar escala, com tíquete inicial de R$ 50 mil. O modelo favorece eficiência tributária, personalização e oferta de produtos mais amplos.

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