- Estreito de Ormuz permanece fechado pelo Irã há mais de 50 dias, reduzindo o fluxo de petróleo do Golfo e a oferta de combustível para aviação.
- A Agência Internacional de Energia alerta que a Europa pode ficar sem combustível para aviões em semanas, o que pode levar à redução de voos.
- O preço do combustível de aviação subiu de cerca de 99 dólares por barril no fim de fevereiro para até 209 dólares no início de abril.
- A Air Canada divulgou a suspensão de voos para o Aeroporto Internacional John F. Kennedy, de 1 de junho a 25 de outubro, para reduzir custos com combustível.
- Outras companhias — United, Delta, Air France-KLM, SAS, Philippine Airlines e Cathay Pacific — reduziram rotas ou anunciaram aumentos de tarifas se o bloqueio persistir; a incerteza aumenta a pressão sobre preços.
Com a decisão do Irã de manter o Estreito de Ormuz fechado há mais de 50 dias, o fluxo de petróleo dos países do Golfo Pérsico caiu e, com ele, a oferta global de combustível para aviação. A medida aumenta a incerteza sobre a disponibilidade de combustível e eleva custos para passageiros e empresas.
Ações de companhias aéreas já são perceptíveis. O preço do combustível de aviação subiu de cerca de 99 dólares por barril no fim de fevereiro para até 209 dólares no início de abril, pressionando tarifas e custos operacionais. Analistas veem impactos contínuos caso o bloqueio persista.
A Air Canada anunciou suspensão de voos entre Montreal e o Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, de 1º de junho a 25 de outubro, para reduzir despesas com combustível. Outras empresas reduziram rotas ou sinalizaram reajustes de tarifas diante da conjuntura.
Impacto no custo de combustível e na oferta de voos
United, Delta, Air France-KLM, SAS, Philippine Airlines e Cathay Pacific reduziram rotas ou anunciaram aumentos nos bilhetes em função da instabilidade no abastecimento. Companhias temem que o petróleo represente um custo ainda mais elevado caso o estreito permaneça fechado.
A incerteza quanto à circulação de navios petroleiros aumenta a pressão sobre preços de combustível e sobre planos de viagens de turistas e profissionais. A decisão iraniana, aliada ao endurecimento de sanções norte-americanas, eleva o risco de interrupções adicionais no abastecimento.
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