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Exportador de carne registra aumento de 29% nas receitas em março

Carne bovina brasileira fecha março com alta de 29,1% nas exportações ante 2025, ritmo menor que fevereiro, com demanda chinesa firme e alerta sobre cota sem tarifa

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o México é o 5º maior mercado da carne bovina brasileira e o 6º maior mercado da carne suína
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  • As exportações brasileiras de carne bovina cresceram 29,1% em março de 2026 ante março de 2025, totalizando 234 mil toneladas.
  • O faturamento com vendas externas aumentou 29,1% no mês, ritmo menor que fevereiro (alta de 41,9%) e janeiro (alta de 42,5%).
  • Em março de 2026, as vendas externas tiveram alta de 9% na quantidade em relação a março de 2025.
  • O principal comprador no primeiro trimestre foi a China, com vendas de US$ 1,816 bilhão, crescimento de 41,83% frente ao mesmo período de 2025.
  • Sobre a quota de acesso livre de tarifa para a China, as exportações brasileiras já atingiram 57% da cota de 2026; ultrapassar gera tarifa de 55% pelas regras atuais.

O exportador brasileiro de carne bovina registrou alta de 29,1% no faturamento em março de 2026 na comparação com março de 2025. O dado é da Abrafrigo, com base nas informações da Secex, órgão da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC. O desempenho vem após fevereiro ter aumentado 41,9% e janeiro, 42,5%.

Entre março de 2026 e o mesmo mês de 2025, as exportações atingiram 234 mil toneladas, com ganho de 9% na quantidade. Os preços da carne bovina no exterior ficaram mais altos em relação a 2025, contribuindo para o crescimento da receita, mesmo com o ritmo de exportação mais lento.

China foi o principal destino no 1º trimestre de 2026, comprando US$ 1,816 bilhão em carne bovina brasileira, aumento de 41,83% frente ao mesmo período de 2025. Mesmo com esse crescimento, produtores manifestam preocupação com a cota de acesso livre de tarifa.

Desempenho por país e perspectiva de área de atuação

As informações indicam que o ritmo de crescimento das exportações desacelerou frente a 2025, em linha com a base de comparação elevada. A Abrafrigo ressalta que o desempenho do setor em 2026 depende de fatores internacionais e de políticas comerciais.

Cota chinesa e impactos

O alerta é sobre a cota de acesso ao mercado chinês sem tarifa. As exportações já atingiram 57% da cota de 2026. Caso a cota seja extrapolada, há previsão de aplicação de tarifa de 55% conforme as regras vigentes.

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