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Meta avalia corte de até 20% da equipe para acelerar IA

Meta avalia corte de até 20% da equipe para acelerar IA e data centers, com início em 20 de maio, maior reestruturação desde o ano da eficiência

Meta e inteligência artificial — Foto: SOPA Images
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  • A Meta avalia nova rodada de demissões que pode atingir até 20% de sua força de trabalho, para reforçar investimento em inteligência artificial e infraestrutura de data centers.
  • A primeira onda de cortes deve começar em 20 de maio e pode equivaler a cerca de 10% do quadro global, aproximadamente 8.000 funcionários.
  • No fim do ano passado, a Meta já havia promovido cortes significativos, totalizando cerca de 79 mil empregados.
  • Se confirmada, a reestruturação seria a maior desde o “ano da eficiência” (2022-2023), com foco estratégico em IA e redistribuição de capital para competir com OpenAI, Google e Anthropic.
  • A mudança também reflete a redução de espaço para o metaverso e a Health Reality Labs, com a empresa reorganizando equipes para ampliar a capacidade computacional; a Meta não confirmou oficialmente os corte, e o The Verge afirmou tratar as informações como especulativas.

A Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, avalia uma nova rodada de demissões que pode alcançar até 20% da sua força de trabalho. O corte inicial está previsto para começar em 20 de maio, com foco na aceleração das iniciativas de inteligência artificial e na expansão de data centers. A empresa busca realocar recursos para reforçar a competitividade tecnológica.

A primeira onda deve impactar cerca de 8 mil funcionários, representando roughly 10% do quadro global. Ao longo do ano, outras reduções estariam em estudo, dependendo da implementação da estratégia de IA. No fim de 2025, a Meta já havia efetuado cortes significativos, elevando o total de demissões ao longo do período.

A reestruturação, se confirmada, seria a maior desde o chamado ano da eficiência, entre 2022 e 2023, quando a empresa eliminou cerca de 22 mil postos. A Meta permanece financeiramente robusta, com receita superior a US$ 200 bilhões e lucro próximo de US$ 60 bilhões no último exercício, e busca redirecionar capital para IA.

Reorques de foco: IA e infraestrutura

A mudança de rota envolve menor ênfase no metaverso e na divisão Reality Labs, com reposicionamento de equipes para IA aplicada. A Meta amplia capacidade computacional para competir com OpenAI, Google e Anthropic, adotando uma linha mais agressiva de investimentos em IA.

Posicionamento e cenário do setor

O episódio reflete uma tendência no setor de tecnologia: empresas lucrativas aceleram ganhos de produtividade por meio de reestruturações para financiar projetos bilionários de IA. A Meta não se pronunciou oficialmente sobre as demissões no Brasil, mas informações são classificadas como especulativas por veículos de imprensa.

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