- Marcas ocidentais de médio porte, como Gap, Zara e Uniqlo, estão recuperando a base de consumidores na China, antes mais inclinados a rótulos domésticos.
- O retorno ocorre à medida que o nacionalismo relacionado ao varejo esfria, favorecendo marcas globais.
- O texto destaca que consumidores de cidades grandes, incluindo Xangai, passaram a gastar novamente em varejistas globais.
- O movimento indica uma recuperação do interesse em marcas internacionais no mercado chinês, frente a uma fase de maior competição com marcas locais.
Global brands retomam espaço na China à medida que nacionalismo de varejo se reduz
Marcas ocidentais de faixa intermediária, como Gap, Zara e Uniqlo, vêm reconquistando consumidores chineses que anteriormente privilegiavam rótulos nacionais. A leitura é de recuperação de participação de mercado em um cenário de menor fervor nacionalista ligado ao consumo.
A mudança ocorre conforme o consumidor novo China demonstra maior abertura a produtos estrangeiros, com marcas globais ganhando espaço retomando compras que tinham migrado para marcas domésticas em momentos de maior ênfase patriótica. Analistas ressaltam que a retomada depende de fatores como preço, disponibilidade e atualização de modelos.
Contexto de consumo
- O fenômeno envolve setores de moda e varejo de fast fashion, com marcas ocidentais buscando adaptar propostas de valor ao paladar local sem perder a percepção de qualidade global.
- Pesquisas de mercado indicam que a resposta do público a campanhas de branding estrangeiro tem contribuído para reduzir a distância percebida entre marcas globais e rótulos nacionais.
Fonte: Business of Fashion
Entre na conversa da comunidade