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Petrobras não pode ignorar preços de mercado, afirma conselheiro

Gasparino assume assento no conselho da Petrobras e defende reajuste de combustíveis conforme volatilidade internacional

Com a eleição de Gasparino, as reuniões do órgão ganham um reforço para tentar equiparar os preços de venda dos derivados da companhia aos internacionais
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  • Marcelo Gasparino, recentemente eleito para o Conselho de Administração da Petrobras, defende reajuste de combustíveis conforme a volatilidade do mercado internacional.
  • Gasparino comentou em rede social uma entrevista da CNN, dizendo que a eleição de Guilherme Mello para a presidência do Conselho pode ajudar a resolver o impasse.
  • Guilherme Mello é secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e foi eleito para presidir o Conselho na última quinta-feira, 16.
  • Gasparino retorna ao conselho após ter pedido desligamento há um ano, em busca de vaga no Conselho de Administração da Eletrobras (Axia), sem sucesso.
  • O debate dentro do Conselho envolve divergências entre acionistas minoritários, que defendem repasses imediatos aos preços na bomba, e indicados pela União, que buscam evitar contágio da volatilidade externa.

Marcelo Gasparino, recém-eleito para o Conselho de Administração da Petrobras, defende que a companhia siga preços de mercado diante da volatilidade internacional. A visão foi compartilhada após repercutir entrevista à CNN, via LinkedIn.

Gasparino afirma que a gestão precisa conciliar rentabilidade e sustentabilidade, sem abrir mão de praticar preços de mercado. O novo presidente do Conselho, Guilherme Mello, estaria preparado para lidar com esse desafio, segundo ele.

Guilherme Mello, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, foi eleito presidente do Conselho na última quinta-feira, dia 16. Gasparino já ocupou o órgão antes, tendo renunciado há cerca de um ano.

Mudanças no Conselho

A eleição de Gasparino ocorre em meio a debates internos sobre reajustes de combustíveis. O grupo que defende repasses mais rápidos ao consumidor confronta quem busca reduzir impactos internos, alinhado à política de preços da União.

Em 2022, a Petrobras enfrentou volatilidade elevada com a guerra no Leste Europeu, chegando a US$ 140 o barril. O cenário contribuiu para demissões entre dirigentes da estatal, motivadas por reajustes.

Mesmo com a alta do petróleo, a Petrobras elevou o diesel em 11,6% em março, sem repassar integralmente a gasolina. A defasagem do diesel nas refinarias, dependente de importação, ainda supera 80% e hoje fica em torno de 50%.

Desdobramentos

Há um esforço para equiparar os preços de venda de derivados aos padrões internacionais desde 2023, quando a paridade de importação foi abandonada. O objetivo é reduzir distorções entre preço externo e interno.

Segundo Gasparino, a presença de Mello facilita o alinhamento entre interesses do governo e do mercado. Ele ressalta que a Petrobras, como grande pagadora de dividendos, pode contribuir mais com as contas públicas para investimentos sociais.

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