- A GigU, criada em 2023 por Luiz Gustavo Neves e Pedro Inada, funciona como um “copiloto inteligente” para motoristas e entregadores de apps.
- Em 2025, a empresa faturou R$ 12,3 milhões.
- O serviço analisa dados para ajudar o motorista a decidir se aceita ou não uma corrida, buscando otimizar ganhos.
- A plataforma atua em mais de mil cidades no Brasil, além de Portugal e Estados Unidos, com cerca de 200 mil usuários.
- Os planos incluem R$ 12,90 por mês no Brasil, US$ 6,95 nos EUA e 5,90 euros em Portugal; em São Paulo há mais de 50 mil usuários.
A GigU, plataforma que funciona como um copiloto inteligente para motoristas e entregadores de apps, faturou 12,3 milhões de reais em 2025. Criada em 2023, a empresa foi idealizada para otimizar ganhos dos trabalhadores de plataformas de mobilidade e delivery.
Fundadores da GigU são Luiz Gustavo Neves, CEO, e Pedro Inada. A dupla disse que a ideia nasceu ao observar a rotina de quem dirige para apps e a necessidade de tomar decisões financeiras rápidas durante a operação.
A proposta da plataforma é analisar dados em tempo real e indicar se vale a pena aceitar uma corrida quando a oferta chega ao motorista. O objetivo é aumentar concentração no trânsito e melhorar a eficiência financeira.
A GigU já opera em mais de 1.000 cidades no Brasil e também está presente em Portugal e nos EUA. Atualmente, cerca de 200 mil motoristas utilizam a ferramenta, com maior concentração em São Paulo (mais de 50 mil).
Sobre o modelo de negócio, a plataforma cobra uma mensalidade fixa: no Brasil, R$ 12,90; nos EUA, US$ 6,95; em Portugal, 5,90 euros. A empresa destacou o alcance internacional e o volume de usuários como pilares de crescimento.
A GigU tem sido apresentada como uma solução de apoio à decisão para motoristas, com foco em otimizar ganhos sem exigir mudanças radicais no comportamento de trabalho. A empresa concedeu entrevista ao Poder360 para detalhar o funcionamento e o impacto para usuários.
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