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Setor hoteleiro deve investir R$ 13,6 bi no Brasil em 2026

Panorama aponta R$ 13,6 bi para 178 hotéis em 2026, com médio padrão liderando projetos e 66% das unidades no interior

Na imagem, a fachada do Hotel Nacional, em Brasília; levantamento aponta que unidades de alto padrão e luxo concentram metade do investimento em novos projetos no país
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  • O setor hoteleiro brasileiro deve investir 13,6 bilhões de reais em 178 novos hotéis no Brasil em 2026, abrangendo 26.000 unidades habitacionais.
  • Unidades de alto padrão e luxo respondem por metade do investimento, mas correspondem a apenas 32% das novas unidades habitacionais.
  • Unidades de médio padrão lideram o crescimento dos projetos, com 41% das novas unidades, seguidas pelas econômicas, com 28%.
  • A distribuição geográfica mostra desconcentração: apenas 26% das novas unidades ficam em capitais; interior representa 66%, 4% em regiões metropolitanas e 4% no litoral.
  • O estudo aponta que a manutenção de câmbio depreciado pode estimular o turismo local e atrair visitantes internacionais no curto prazo.

O setor hoteleiro brasileiro deve investir R$ 13,6 bilhões em 178 novos hotéis em 2026. O total envolve 26.000 unidades habitacionais, segundo o Panorama da Hotelaria Brasileira, 20ª edição.

O levantamento é da HotelInvest, em parceria com o FOHB. Os dados foram coletados junto a 597 hotéis e indicam que a recuperação dos projetos reforça a confiança de investidores e permite ampliar o padrão dos empreendimentos.

A aposta é em hotéis de médio padrão, que lideram o crescimento de projetos com 41%. Unidades de alto padrão e luxo respondem pela metade do investimento, apesar de representarem 32% das novas unidades.

Distribuição de investimento por faixa de preço

Unidades econômicas respondem por 28% das novas unidades habitacionais, enquanto o interior concentra 66% dos projetos. Capital federal, estados e litoral somam as demais parcelas, com 26% em capitais.

A pesquisa aponta ainda queda nas tarifas de locação de curta duração, destacando uma vantagem competitiva da hotelaria frente a esse segmento. O câmbio depreciado pode estimular turismo local e a entrada de visitantes internacionais.

A partir de dados do estudo, o fluxo turístico nacional tende a se manter estável no curto prazo, com impacto positivo sobre a ocupação e o desempenho setorial.

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