- O presidente interino Geraldo Alckmin disse que o Presiq, programa da indústria química, será regulamentado nos próximos dias.
- O objetivo é investir na competitividade do setor com cerca de 3 bilhões de reais em créditos tributários por ano, totalizando 15 bilhões em cinco anos.
- O crédito tributário é voltado à aquisição de insumos como nafta, etano e propano, além de novos projetos industriais.
- O programa foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro de 2025, mas depende da regulamentação para entrar em vigor, e funciona junto a medidas como antidumping, crédito subsidiado e apoio do BNDES.
- Alckmin destacou impacto ambiental positivo com novos investimentos, substituição de tecnologias poluentes e redução de emissões de CO₂, visando fortalecer a produção nacional, gerar empregos e reduzir a dependência de importações.
Geraldo Alckmin, presidente interino, afirmou nesta segunda-feira que o Presiq, Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química, será regulamentado nos próximos dias. O governo projeta 3 bilhões de reais por ano para melhorar a competitividade do setor.
O programa, sancionado pelo presidente Lula em dezembro de 2025 com vetos, depende de regulamentação para entrar em funcionamento. A iniciativa visa fortalecer a cadeia química, considerada estratégica para áreas como saneamento, fármacos, plástico e agronegócio.
Segundo Alckmin, o Presiq deve liberar 15 bilhões de reais em créditos tributários ao longo de cinco anos, com foco na aquisição de insumos como nafta, etano e propano, e em novos projetos industriais. O objetivo é reduzir custos e estimular a produção nacional.
Política de apoio e impactos
A proposta se soma a medidas já adotadas pelo governo, como ações antidumping, crédito subsidiado e apoio do BNDES para modernizar o parque industrial. A expectativa é ampliar a capacidade produtiva do país.
O presidente interino destacou, ainda, o impacto ambiental positivo de novos investimentos no setor, com substituição de tecnologias poluentes e redução de emissões de CO₂. A estratégia busca fortalecer empregos locais e reduzir a dependência de importações.
A agenda, conforme Alckmin, pretende manter a indústria química como base para setores-chave da economia, promovendo inovação, sustentabilidade e competitividade. A ofensiva visa melhorar o desempenho da cadeia produtiva brasileira.
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