- Bitcoin opera em torno de US$ 75.281 nesta segunda-feira, com alta de 0,3% nas últimas 24 horas, e fica em R$ 375.622 no Brasil.
- A cotação recua em relação aos US$ 78 mil registrados na sexta-feira, impulsionados pela reabertura temporária do Estreito de Ormuz pelo Irã.
- O cessar-fogo segue frágil: ambos os lados se acusam de violações, e o petróleo sobe cerca de oito por cento enquanto as criptomoedas devolvem parte dos ganhos de sexta-feira.
- Analistas da QCP Capital afirmam que o mercado busca uma narrativa estável, com o Estreito de Ormuz ainda fechado, tornando os preços sensíveis a manchetes pontuais.
- Nos próximos dias, a volatilidade deve aumentar pela combinação de incerteza geopolítica e riscos macroeconômicos, com atenção à sabatina de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve.
O Bitcoin iniciou a semana estável, com leve alta de 0,3% nas últimas 24 horas. A criptomoeda opera perto de US$ 75.281 nesta segunda-feira, 20 de uma cotação em reais de cerca de R$ 375.622, segundo o Portal do Bitcoin.
A leitura de mercado mostra recuo em relação aos US$ 78 mil atingidos na sexta-feira, desempenho impulsionado pela reabertura temporária do Estreito de Ormuz pelo Irã. O cenário geopolítico mantém a volatilidade, apesar da trégua aparentar ser frágil.
Os analistas da QCP Capital destacam que investidores tentam encaixar o mercado em uma narrativa estável. O estreito permanece fechado, com acusações de violação de termos entre as partes e reflexo em petróleo, que subiu cerca de 8%.
Geopolítica e volatilidade de ativos
O grupo aponta que a volatilidade deve permanecer nas próximas semanas, em meio a episódios de interrupções no Estreito, retórica e desescalada. Em tempo, o mercado passa a precificar duração de conflitos, não apenas a intensidade.
Para o curto prazo, a expectativa é de maior volatilidade, dada a combinação de riscos geopolíticos e fatores macroeconômicos. A sabatina de Kevin Warsh, indicado ao Fed, ocorre amanhã, às 11h de Brasília, e pode influenciar expectativas de política monetária.
O indicado de Donald Trump deve apresentar visão sobre a economia global, potencialmente atuando como catalisador de movimentos de curto prazo, sobretudo se sinalizar flexibilização monetária em cenário de tensões geopolíticas não resolvidas.
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