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CEO da Revolut descarta IPO neste ano e mira abertura de capital após 2028

Storonsky afirma que a Revolut não abrirá capital neste ano e mira IPO apenas após 2028; novas vendas secundárias podem manter a empresa com capital fechado

Nikolay Storonsky: 'Somos um banco, e para um banco é extremamente importante ter credibilidade'. (Foto: Al Drago/Bloomberg)
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  • O CEO da Revolut, Nik Storonsky, disse que a empresa não fará a abertura de capital neste ano e mira um IPO apenas após 2028.
  • Storonsky confirmou que, em vez de um IPO imediato, a fintech avalia novas vendas secundárias de ações para manter o capital fechado por mais tempo.
  • A Revolut já teve uma última rodada de venda secundária que avaliou a empresa em US$ 75 bilhões, contra US$ 45 bilhões um ano antes.
  • A empresa tem acelerado a expansão internacional e busca licença bancária nos Estados Unidos, com a nomeação de Cetin Duransoy para supervisionar a região.
  • A autorização para a licença nos EUA pode levar até um ano, segundo o executivo, apesar de o objetivo oficial ser aproximadamente quatro meses; a agência regulatória do Reino Unido já aprovou licenças anteriores.

O CEO da Revolut, Nik Storonsky, descartou abrir capital neste ano e sinalizou que a janela para a oferta pública inicial deve ficar para depois de 2028. Em entrevista ao The David Rubenstein Show, Storonsky afirmou que, em dois anos, a empresa pode considerar a entrada na bolsa. Ele ressaltou que bancos abertos ganham credibilidade, mas que isso exige tempo.

A fintech britânica, apoiada por Nvidia e Coatue Management, indicou que pode priorizar vendas secundárias de ações antes de qualquer IPO. Tais operações costumam gerar liquidez para investidores iniciais e funcionários, além de manter a empresa com capital fechado por mais tempo.

A Revolut tem acelerado a expansão internacional com a valorização de mercado. Recentemente, a empresa solicitou licença bancária nos EUA e contratou o ex-executivo da Visa Cetin Duransoy para liderar a região. A demanda ocorre após aprovação regulatória no Reino Unido, em março, e foca em serviços diretos aos clientes americanos.

Plano de IPO e ampliação internacional

Storonsky explicou que a empresa avalia novas rodadas de venda de ações antes de qualquer IPO, visando manter flexibilidade para o futuro. A avaliação da fintech subiu para níveis elevados, com operações de liquidez já realizadas no passado.

Licença bancária nos EUA

O executivo destacou que a autorização para atuação bancária americana pode levar até um ano, embora o objetivo declarado seja de quatro meses. A Revolut vê o ambiente regulatório atual como mais propício, com novas licenças no portfólio e uma estrutura já estabelecida no Reino Unido.

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