- O membro do Conselho de Governo do BCE, Álvaro Santos Pereira, afirmou que os danos econômicos do conflito com o Irã ainda não são visíveis.
- Ele ressaltou que a guerra está recente e é preciso acompanhar os dados que chegam para entender o impacto.
- O BCE, segundo Pereira, deve manter o foco nos indicadores e estar pronto para agir caso os preços dispararem.
- Ele destacou que o crescimento, embora baixo, na casa de cerca de 1%, foi resilient ao entrar na crise.
- Pereira é de Portugal e comentou em entrevista sobre a necessidade de monitorar sinais econômicos emergentes.
O membro do Conselho do Banco Central Europeu (BCE), Álvaro Santos Pereira, afirmou que os danos econômicos da guerra no Irã ainda não se mostraram de forma clara para a zona do euro. A avaliação foi feita durante uma entrevista.
Pereira ressaltou que o BCE deve acompanhar de perto os dados que chegam e estar pronto para responder a sinais de inflação descontrolada. A finalidade é atuar com rapidez caso haja deterioração das expectativas de preços.
Segundo ele, o crescimento da zona do euro já era modesto, em torno de 1%, mas foi considerado resistente antes do agravamento do conflito. A avaliação leva em conta o desempenho macroeconômico recente.
A autoridade portuguesa enfatizou a necessidade de permanecer vigilante frente a choques externos e a volatilidade do mercado. A comunicação com investidores deve continuar baseada em dados confiáveis e atualizados.
Entre na conversa da comunidade