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Escassez de memórias deve piorar antes de melhorar

Mercados de memória devem atender apenas sessenta por cento da demanda global até o fim de 2027, sinalizando crise prolongada até pelo menos 2030

Créditos: Shutterstock
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  • A escassez de memórias deve se agravar até 2027, com os fabricantes atendendo apenas cerca de 60% da demanda global prevista.
  • As três maiores produtoras — Samsung, SK hynix e Micron — enfrentam dificuldade em ampliar a produção no ritmo necessário para suprir a demanda por DRAM e NAND.
  • Analistas estimam que seria preciso um crescimento anual de cerca de 12% na produção, mas as expansões previstas ficam around 7,5%.
  • A crise já levou as empresas a adotarem “paliativos” e pode se estender até 2030, conforme projeções da indústria.
  • Compras de novos componentes estão sendo dificultadas para consumidores domésticos, com lançamentos de módulos DDR5 limitados, como os HUDIMM da ASRock, para mitigar o aperto de oferta.

A escassez de componentes de memória, impulsionada pela demanda de infraestrutura para IA, vem pressionando preços e disponibilidade. As maiores fabricantes globais enfrentam dificuldade para atender a demanda, estimando atendimento de apenas 60% até o final de 2027. Entre elas estão Samsung, SK hynix e Micron.

A indústria tem buscado ampliar a capacidade produtiva, mas o ritmo não é suficiente. Analistas indicam que seria necessário um aumento anual de produção de cerca de 12%, enquanto as expansões previstas ficam em torno de 7,5%. A expectativa é de que o cenário se prolongue.

Essa conjuntura favorece a adoção de soluções paliativas para manter o mercado funcionando. Em alguns casos, clientes domésticos encontram retorno de componentes de gerações anteriores e o lançamento de módulos limitados, como DDR5 econômicos, para reduzir o impacto da escassez.

Projeções e impactos

A crise de memória, associada à demanda por IA, pode se estender até o fim desta década. Relatórios indicam que a normalização não deve ocorrer rapidamente, aumentando a volatilidade de preços e a dificuldade de aquisição para consumidores e empresas.

Analistas apontam que a escassez deve piorar antes de melhorar, com efeitos diretos no custo de dispositivos que dependem de memória de alto desempenho. Grandes fabricantes continuam priorizando chips para grandes clientes e aplicações comerciais.

Medidas da indústria

Fontes do setor revelam que fabricantes trabalham em estratégias para conter o avanço da escassez, inclusive gerenciando estoques e reduzindo especulação. Iniciativas recentes incluem o retorno parcial de componentes de gerações anteriores e a disponibilidade de opções de memória mais acessíveis.

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