- Ibovespa teve valorização de 0,20%, indo para 196,1 mil pontos, acompanhando tensões entre Estados Unidos e Irã e as novas projeções do Boletim Focus.
- Dólar fechou em queda, a 4,97 reais, menor nível desde março de 2024.
- Preço do petróleo Brent segue pressionado, com alta superior a 5% após Trump indicar que cessar-fogo com o Irã termina na noite de quarta-feira.
- Focus elevou a projeção para a Selic, de 12,5% para 13% ao ano; inflação esperada para o IPCA em 2026 é de 4,8%, acima do teto da meta.
- Entre as blue chips, bancos fecharam majoritariamente no vermelho: Bradesco -1,08%, Itaú -0,92%, Banco do Brasil -0,49%, Santander +0,03%.
O Ibovespa operou com leve alta nesta segunda-feira, 20, ganhando 0,20% e alcançando 196,1 mil pontos. O AI/IBOV acompanhou o cenário externo de tensões entre EUA e Irã e as novas projeções do Boletim Focus para a economia brasileira. O dólar fechou em leve baixa, a 4,97 reais, a menor cotação desde março de 2024.
O petróleo Brent segue pressionado, com alta superior a 5% neste pregão, refletindo o atual risco geopolítico. O tom de incerteza externa sustenta a volatilidade dos mercados globais e influencia o câmbio brasileiro.
Desempenho do Ibovespa e fatores de volatilidade
O Boletim Focus elevou a previsão da Selic para 13% ao ano. Em relação à inflação, a projeção para o IPCA de 2026 é de 4,8%, acima do teto da meta de 4,5%. Esses dados contribuíram para ajustes nos ativos locais e no cenário de juros.
Entre as ações de peso, o setor bancário fechou majoritariamente no vermelho. Bradesco caiu 1,08%, Itaú recuou 0,92%, BB houve queda de 0,49%, enquanto Santander teve leve alta de 0,03%. Esses movimentos contribuíram para o ressalto de volatilidade no índice.
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