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Oriente Médio gasta US$ 47 bi em acordos desde o início da guerra com o Irã

Compras no Golfo totalizam 47 bilhões de dólares desde o início da guerra no Irã, ampliando aquisições regionais e contrariando queda global de M&A

Billboards near the Serena Hotel ahead of a possible second round of US–Iran talks, in Islamabad, on April 20.
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  • Compradores do Golfo gastaram US$ 47 bilhões em negócios desde o início da guerra no Irã.
  • O volume de aquisições no Golfo mostra potencialmente um alívio frente à recente queda dos valores globais de M&A.
  • As aquisições no Golfo cresceram mais de 120% desde o início do conflito.
  • Fundos soberanos de Abu Dabi planejam uma reformulação da estratégia para a China.
  • Dubai dá mais flexibilidade a fundos de hedge para enfrentar as consequências da guerra.

Com compradores do Oriente Médio aumentando a atividade, gastos totalizaram 47 bilhões de dólares em negócios desde o início da guerra envolvendo o Irã. A cifra aponta para forte liquidez na região frente a flutuações globais de M&A, segundo a newsletter Mideast Money.

Fundos soberanos de Abu Dhabi e gestores de Dubai aparecem entre os principais agentes. A leitura indica que Abu Dhabi planeja reconfigurar estratégias na China, ao passo que Dubai oferece mais flexibilidade para hedge funds lidarem com as consequências do conflito. O conjunto de medidas coincide com o crescimento acelerado das aquisições no Golfo.

Desde o estopim do conflito, as aquisições no Golfo subiram mais de 120%, segundo o levantamento. A tendência reflete a busca por posições estratégicas diante do cenário geopolítico e de volatilidade nos mercados globais. Os impactos passam por setores e tipos de operação diversificados na região.

Desdobramentos na região

Várias entidades financeiras da região reforçam a participação em operações externas e internas para aproveitar oportunidades de investimento. O movimento aponta para uma reconfiguração de portfólios e de estratégias de alocação de capital no curto e médio prazos. As informações são baseadas em análises da newsletter Mideast Money e não incluem dados adicionais não mencionados.

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