- A americana USA Rare Earth anunciou acordo definitivo para comprar 100% do Serra Verde Group, proprietário da mina e unidade de processamento de terras raras Pela Ema, em Minaçu, Goiás, por cerca de US$ 2,8 bilhões.
- O pagamento ocorrerá com US$ 300 milhões em dinheiro e 126,849 milhões de novas ações ordinárias da USAR, baseadas no fechamento de US$ 19,95 em 17 de abril.
- O fechamento da operação está previsto para o terceiro trimestre deste ano, sujeito a condições usuais e aprovações regulatórias.
- O ativo é visto como único fora da Ásia, sendo um produtor em escala comercial de quatro itens magnéticos de terras raras: neodímio, praseodímio, disprósio e térbio.
- A Serra Verde tem capacidade instalada de 5 mil toneladas equivalentes de óxido de terras raras (OTR) contidos em concentrado de carbonato, com contrato de compra mínima garantida de 15 anos para 100% da produção da Fase 1, além de financiamento de US$ 565 milhões da Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional (DFC) para expansão.
A americana USA Rare Earth (USAR) anunciou a assinatura de acordo definitivo para adquirir 100% do Serra Verde Group, dono da mina e da unidade de processamento de terras raras Pela Ema, em Minaçu, Goiás. A operação envolve cerca de US$ 2,8 bilhões, com US$ 300 milhões em dinheiro e 126,849 milhões de ações ordinárias da USAR, com base no fechamento de US$ 19,95 em 17 de abril. O fechamento está previsto para o terceiro trimestre, sujeito a condições normais e aprovações regulatórias.
A Serra Verde é responsável pela mina e pela planta de processamento da Pela Ema. Segundo a USAR, o ativo é considerado único fora da Ásia por ser o único produtor em escala comercial dos quatro elementos magnéticos de terras raras, usados em motores elétricos, turbinas eólicas, telas, imãs de discos rígidos e componentes eletrônicos.
A unidade de Minaçu tem capacidade instalada de 5 mil toneladas equivalentes de óxido de terras raras (OTR) contidas em concentrado de carbonato. Existe um contrato de compra mínima garantida de 15 anos para toda a produção da Fase 1, apoiado por um veículo de propósito específico com participação do governo dos EUA e financiadores privados.
A USAR destaca um pacote de financiamento de US$ 565 milhões da Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (DFC) para otimização, expansão e alcance do fluxo de caixa positivo. O acordo contempla ainda condições de viabilidade econômica e requisitos regulatórios para conclusão da transação.
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