- O BRB vendeu a carteira do Master para a Quadra Capital, em operação avaliada em aproximadamente R$ 15 bilhões.
- O BRB receberá entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões à vista; o restante ficará em cotas de fundos atreladas à recuperação dos créditos.
- A venda compõe a estratégia do BRB de otimizar ativos e fortalecer a posição financeira; a Quadra Capital busca ampliar atuação em crédito e ativos.
- A operação foi concluída nesta semana e não deve impactar a rotina operacional diária do BRB.
- A carteira vendida inclui créditos de financiamento, crédito ao consumo, renda fixa e outros ativos; a Quadra reforça seu portfólio de investimentos em crédito.
O Banco de Brasília (BRB) vendeu a carteira de ativos do Master para a Quadra Capital em operação avaliada em cerca de R$ 15 bilhões. A transação prevê R$ 3 a 4 bilhões à vista, e o restante em cotas de fundos atreladas à recuperação dos créditos. A conclusão ocorreu nesta semana.
A carteira envolve créditos de diversas naturezas, com destaque para financiamento e crédito ao consumo, além de ativos de renda fixa. A operação faz parte da estratégia do BRB de otimizar ativos e fortalecer a posição financeira.
A Quadra Capital passa a ampliar seu portfólio em ativos de crédito, buscando recuperação e valorização de ativos no mercado. As partes afirmam que a operação não altera a rotina de atendimento e serviços do BRB aos seus clientes.
Detalhes da operação e impactos
A venda não deve impactar operações diárias do BRB, que continua voltado aos serviços aos clientes e à expansão regional. Bancos de investimento atuaram como assessores na transação, que envolve crédito e ativos financeiros de alto grau de complexidade.
O BRB, banco público vinculado ao Governo do Distrito Federal, mantém o foco em diversificação de receitas e gestão eficiente de ativos. A medida visa sustentabilidade financeira a longo prazo sem interromper o atendimento ao público.
Sobre a Quadra Capital
A Quadra Capital é gestora de recursos especializada em crédito e investimentos alternativos, criada em 2010. A empresa busca oportunidades de recuperação de créditos e valorização de ativos em mercados de maior complexidade.
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