Em Alta NotíciasPessoasConflitosAcontecimentos internacionaisPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bruxelas hesita sobre imposto às energéticas; Machado critica La Moncloa

Bruxelas demora ação sobre impostos a lucros extraordinários de energéticas; Ibéria e Itália pressionam por sistema, em meio à crise provocada pela guerra no Irã

La presidenta de la Comisión Europea, Ursula von der Leyen, el 13 de abril.
0:00
Carregando...
0:00
  • Espanha, Portugal e Itália, juntamente com Alemanha e Áustria, pedem a Bruxelas um sistema para taxar os lucros extraordinários das energéticas; a Comissão Europeia resiste e sugere que os países adotem medidas por conta própria.
  • O órgão liderado por Ursula von der Leyen tem reagido de forma lenta à crise e ainda arrasta os pés, sem uma intervenção rápida sobre impostos aos lucros extraordinários.
  • A crise atual não gera escassez generalizada, apenas preocupações com o combustível de aviação, e há interesse em replicar o modelo de cobrança usado em conflitos anteriores.
  • A investimento hoteleiro em Espanha atingiu 900 milhões de euros no primeiro trimestre, com venda de ativos e 3.500 quartos, apontando para ano possivelmente histórico no setor.
  • A competição entre bancos tem migrado para o online, com neobancos licenciados como Revolut, Trade Republic, N26 e Klarna, trazendo oportunidades e obrigações novas.
  • María Corina Machado disse em Madrid que não pretende intervir na política espanhola ao não aceitar uma visita à La Moncloa, mantendo postura no contexto das relações com o governo espanhol.

Em meio a uma nova pressão por taxar lucros extraordinários das energéticas, Espanha, Portugal e Itália pedem a Bruxelas um marco comum para tributar ganhos atípicos. Alemanha e Áustria acompanham o pleito, que buscaria replicar o modelo vigente durante o conflito na Ucrânia. A Comissão Europeia, liderada por Ursula von der Leyen, resiste a intervir de forma mais contundente. A urgência parece menor diante de sinais de estabilidade, com exceção de questões ligadas ao combustível de aviação.

Bruxelas tem sido cautelosa, defendendo que os governos encontrem soluções nacionais. Analistas destacam que a resistência ocorre por receio de embates jurídicos e pela necessidade de manter a unidade do bloco. Países aliados defendem medidas que possam mitigar impactos fiscais sem prejudicar o funcionamento do mercado interno. O tema segue em avaliação dentro do Conselho.

Investimento hoteleiro em ascensão na Espanha

Relatórios indicam que o investimento no setor hoteleiro espanhol atingiu 900 milhões de euros no primeiro trimestre, impulsionado pela venda de ativos e pela dinamização de 3.500 quartos. O volume sugere um possível ano recorde em 2026, com várias carteiras à venda, incluindo ativos de grandes grupos.

O interesse por ativos ligados ao setor imobiliário de elevado peso está crescendo entre fundos de investimento. O ambiente indica busca por ativos refugio, o que pode sustentar novos movimentos no mercado de hotéis. O preço por quarto segue em ascensão, ampliando as expectativas para o setor.

A nova cara da competição bancária

A atuação tradicional das agências diminuiu frente à explosão de bancos digitais, ou neobancos, que já operam com licença bancária completa. Empresas como Revolut, Trade Republic, N26 e Klarna ampliaram a oferta, com vantagens em operações digitais, mas também maiores obrigações regulatórias.

Mesmo com o crescimento, a preferência pela presença física persiste entre clientes mais tradicionais, enquanto jovens consumidores valorizam transparência de custos e serviços digitais. O desafio para os neobancos é sustentar o ritmo de expansão sem perder escalabilidade ou qualidade de atendimento.

O tema do dia: declarações e posicionamentos

Especialistas destacam que ganhos de eficiência com IA podem impactar positivamente a oferta e reduzir pressões inflacionárias, caso ocorram de forma ampla e sustentável. O comentário de um gestor de ativos aponta para um potencial choque positivo de oferta ainda não visto.

María Corina Machado, em Madrid, afirmou que não pretende se envolver diretamente na política espanhola. A liderança venezuelana, porém, gerou controvérsia ao elogiar ou criticar ações do governo espanhol, dependendo do contexto, sem, contudo, endossar visitas oficiais. O episódio ressalta a complexidade de alianças internacionais em meio a crises regionais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais