Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Empresários brasileiros definem o nome correto da taxa das blusinhas

Empresários contestam a expressão “taxa das blusinhas” e apontam distorção tributária que favorece plataformas estrangeiras, prejudicando a indústria nacional

TAXA DAS BLUSINHAS: para André Farber, CEO da Riachuelo, a expressão suaviza um mecanismo que, na avaliação do setor, tem impacto direto sobre a competitividade da indústria nacional.
0:00
Carregando...
0:00
  • Executivos do varejo de moda contestam a expressão “taxa das blusinhas” para a tributação sobre compras internacionais de baixo valor.
  • A defesa é de que o termo mascara um mecanismo que, na visão do setor, afeta a competitividade da indústria nacional.
  • O CEO da Riachuelo, André Farber, disse que o nome mais adequado seria “incentivo chinês” e que mudanças na cobrança favoreceria plataformas estrangeiras.
  • O CEO da Renner, Fabio Faccio, ressalta diferença de carga tributária entre importações diretas (cerca de 40%) e produção nacional (aproximadamente 90%).
  • Empresários afirmam que, com carga equivalente à de plataformas internacionais, varejo brasileiro teria margem para reduzir preços, diminuindo distorções concorrenciais.

Executivos do varejo de moda passaram a rejeitar a expressão “taxa das blusinhas” para a tributação sobre compras internacionais de baixo valor. O debate ganha força diante da possibilidade de o governo revisar a cobrança, tema em pauta nas últimas semanas.

A crítica sustenta que o termo suaviza um mecanismo que, segundo o setor, afeta a competitividade da indústria nacional. A avaliação é de que a nomenclatura não descreve com precisão o impacto tributário sobre o comércio varejista.

Segundo a coluna Painel S.A., da Folha de S.Paulo, o CEO da Riachuelo aponta que o rótulo inadequado desvia o foco do efeito competitivo da cobrança sobre importações de baixo valor.

Da mesma forma, o CEO da Renner questiona a lógica de reduzir a tributação sobre importações enquanto o custo para produtores locais permanece elevado. As informações reforçam a percepção de assimetrias entre players nacionais e plataformas externas.

Para os empresários, a diferença tributária distorce a concorrência. Eles defendem que, com uma carga equivalente à de plataformas internacionais, empresas brasileiras teriam margem para preços mais alinhados com o mercado.

Nomenclatura e impactos

O debate envolve ainda números: estimativas indicam que operações de importação direta — entre fabricante estrangeiro e consumidor final — chegam a uma carga próxima de 40%. Em contraste, a produção nacional pode enfrentar alíquotas superiores a 90%.

A percepção é de que uma equalização tributária traria condições mais justas de competição, reduzindo distorções de preço entre produtos importados e nacionais. A crítica não cita medidas específicas, apenas a necessidade de repensar a cobrança.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais