- O presidente Donald Trump nomeou Christopher Phelan, economista da Universidade de Minnesota, para presidir o Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, sujeito à confirmação pelo Senado.
- Phelan substituirá Stephen Miran, que foi transferido para o Federal Reserve (Fed) em setembro passado.
- O vice-presidente do conselho, Pierre Yared, atuou como líder interino desde a saída de Miran.
- O currículo de Phelan aponta interesse nas operações dos bancos centrais, alinhado à pressão de Trump por cortes de juros para impulsionar o crescimento, com risco de inflação.
- O porta-voz da Casa Branca, Kush Desai, afirmou que Phelan é uma adição fundamental e que Yared retorna à cátedra na Universidade Columbia.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nomeou na noite de terça-feira o economista Christopher Phelan, da Universidade de Minnesota, para presidir o Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca. O órgão analisa políticas econômicas do governo e o desempenho da economia.
Se confirmado pelo Senado, Phelan substituirá Stephen Miran, Harvard-trained economist que atuava no conselho e passou a integrar o Fed, o banco central dos EUA, em setembro. Miran deixou o posto no Conselho de Assessores Econômicos para ocupar vaga no Fed.
O vice-presidente do conselho, Pierre Yared, atuava como líder interino desde a remoção de Miran para o Fed. Yared deve retornar à sua carreira acadêmica na Universidade Columbia após o desfecho da nomeação.
Christopher Phelan já teve atuação como consultor da agência distrital do Fed em Mineápolis. Ele é formado em Duke e possui doutorado pela Universidade de Chicago, com foco em operações de bancos centrais.
O anúncio reforça a prioridade de Trump em influenciar a política monetária por meio do Fed, segundo avaliação de analistas. A Casa Branca descreveu Phelan como uma adição fundamental à equipe econômica.
Phelan assume a partir de agora, aguardando aprovação do Senado. A expectativa é de que o processo siga para novas tramitações formais antes de qualquer confirmação. A nomeação ocorre em meio a debates sobre estratégias de juros.
Contexto institucional
A nomeação também ocorre em um momento de discussões sobre o papel do Fed e a condução de políticas que visam estimular o crescimento econômico. O presidente já sinalizou apoio a medidas que reduzam taxas de juros, sujeito a avaliações técnicas e legais.
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