- A Veloe, parceria entre Banco do Brasil e Bradesco via holding Elopar, mira alcançar R$ 10 bilhões de TPV em 2026 e R$ 11 bilhões em 2027, com aproximadamente 60% do volume vindo de negócios para pessoas jurídicas.
- No ano passado, a empresa movimentou R$ 8,3 bilhões em TPV.
- O foco é acelerar a gestão de frotas para aumentar eficiência e reduzir custos, com carteira que inclui abastecimento, frete e manutenção.
- A Veloe planeja investir R$ 50 milhões neste ano, em tecnologia e no desenvolvimento de novas funcionalidades para frotas, incluindo IA para reduzir roubos de carga e controles de pátio e terminais; também há avanço em leitura de placas para pessoas físicas e testes do sistema free flow.
- O serviço de tag da Veloe é aceito em todas as rodovias pedagiadas do Brasil e em grandes estacionamentos, competindo com Sem Parar e ConectCar.
A Veloe, desenvolvedora de soluções de mobilidade via BB e Bradesco por meio da holding Elopar, acelera seus negócios. A empresa busca ampliar o volume financeiro transacionado (TPV) para R$ 10 bilhões em 2026 e R$ 11 bilhões em 2027, após atingir R$ 8,3 bilhões no ano anterior.
A maior parte do crescimento virá do segmento corporativo. Cerca de 60% do TPV tende a vir de serviços para pessoas jurídicas, como gestão de abastecimento, frete e manutenção de frotas. O restante deve ficar com transações de veículos de passeio, incluindo pedágios e estacionamentos.
O executivo-chefe da Veloe, André Turquetto, afirma que o objetivo é ampliar eficiência e reduzir custos operacionais para clientes empresariais. A carteira de serviços frotistas pretende também avançar em novas funcionalidades e produtos.
Para ampliar escala, a empresa planeja investir R$ 50 milhões neste ano. O montante será aplicado em tecnologia e no desenvolvimento de soluções para frotas, com foco em IA para reduzir roubos de carga, além de controles de pátio e de terminais.
Paralelamente, a Veloe avalia recursos para pessoas físicas, incluindo ferramentas de leitura de placas. O investimento acompanha o impulso do sistema de pedágio eletrônico sem cancelas, o chamado free flow, que está em testes em diversas rodovias nacionais. Turquetto ressalta que, nesse formato, a leitura precisa ocorrer em movimento rápido.
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