- Aneel aprovou reajuste tarifário anual médio de 12,13% para a CPFL Paulista.
- No grupo de alta tensão, atendendo grandes indústrias, o efeito médio será de 18,75%.
- Em baixa tensão, como residenciais, a alta média fica em 9,25%.
- Os aumentos refletem elevação de custos financeiros, encargos setoriais, transporte e compra de energia.
- Em 2025, o reajuste da CPFL Paulista registrou redução de 3,66%; a distribuidora atende 5,12 milhões de unidades consumidoras, com faturamento anual de cerca de R$ 16,11 bilhões.
Aneel aprovou nesta quarta-feira, 22, o Reajuste Tarifário Anual para a CPFL Paulista, com média de alta de 12,13%. A decisão envolve a cobrança de tarifas em todo o estado de São Paulo, conforme despacho publicado pela agência reguladora.
Entre os segmentos, a alta tensão, atendendo grandes indústrias e empresas, terá reajuste médio de 18,75%. Já os consumidores de baixa tensão, como residências, verão a tarifa subir em média 9,25%. Os custos financeiros e encargos também pressionaram os valores.
O reajuste vigente passa a valer a partir da publicação do despacho. Em 2025, a CPFL Paulista registrou redução média de tarifas de 3,66%. A CPFL Paulista é sediada em Campinas e atende cerca de 5,12 milhões de unidades consumidoras, com faturamento anual em torno de 16,11 bilhões de reais.
Impacto por segmento
- O aumento para alta tensão indica custo maior para indústrias e grandes empresas, potencialmente influenciando contratos e investimentos.
- A parcela residencial terá reajuste mais contido, refletindo diferenças entre fontes de custo e demanda.
Contexto da concessionária
- A CPFL Paulista atua no interior paulista, com atuação histórica em energia elétrica para famílias e negócios. O reajuste reflete pressões de custos financeiros, encargos setoriais e compra de energia.
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