- O Bitcoin opera em alta, buscando US$ 80 mil, aos US$ 79.000 por volta de 12h de Brasília, com alta de cerca de 4% em 24 horas.
- O impulso vem de maior apetite ao risco global, após a extensão do cessar-fogo no Oriente Médio, favorecendo ativos mais voláteis.
- Ethereum, XRP e Solana também avançam, com ganhos médios acima de 2%.
- A zona entre US$ 78 mil e US$ 79 mil concentra cerca de US$ 180 milhões em posições vendidas, que podem acelerar o movimento se rompida; recuo abaixo de US$ 77.300 aumenta a volatilidade.
- Fatores adicionais incluem reservas de Bitcoin em exchanges atingindo o menor nível em sete anos e fluxo de stablecoins em US$ 320 bilhões, com fator macro e sinais do Fed importantes para o curto prazo.
Bitcoin opera em alta com apetite a risco global; o mercado cripto mira US$ 80 mil após a extensão do cessar-fogo no Oriente Médio. O movimento reduz a aversão dos investidores e favorece ativos mais voláteis.
Às 12h, horário de Brasília, BTC estava em US$ 79.000, alta de 4% nas últimas 24h, na máxima do período, segundo o Coingecko. Ethereum, XRP e Solana também avançavam, com ganhos acima de 2%.
Segundo Gil Herrera, da Bitget na América Latina, o rali reflete melhora do ambiente global. “Bitcoin segue em alta após o anúncio de extensão do cessar-fogo”, diz o executivo, com viés ainda construtivo no curto prazo.
Palinhos de desempenho no curto prazo e riscos
O mercado testa a faixa entre US$ 78 mil e 79 mil, com cerca de US$ 180 milhões em posições vendidas nessa zona, o que pode acelerar a queda ou o rompimento em direção aos US$ 80 mil. Queda abaixo de US$ 77.300 aumenta volatilidade.
Para a Bitfinex, o movimento une fatores geopolíticos e dinâmicas cripto. A corretora aponta que BTC ganhou força após romper US$ 72 mil, apesar de tensões recentes, mantendo leitura cautelosamente positiva.
No pano de fundo, reservas de BTC em exchanges caíram a níveis de sete anos, e grandes investidores voltaram a acumular volumes significativos. O sinal é de oferta sendo absorvida, reduzindo riscos de quedas abruptas.
A liquidez do mercado segue em expansão: stablecoins atingiram US$ 320 bilhões em oferta, com entradas relevantes na última semana, fortalecendo o suporte ao movimento de alta mesmo com cenário macro imprevisível.
Fatores relevantes para o curto prazo permanecem dois: o desfecho das tensões geopolíticas e os próximos sinais do Federal Reserve sobre juros. A reunião do banco central no fim do mês pode atuar como novo catalisador.
Entre na conversa da comunidade