- Bolsas da Europa fecharam sem direção única, com cautela diante de incertezas sobre cessar-fogo no Oriente Médio e novas negociações para encerrar a guerra.
- Principais índices terminaram em queda: FTSE 100 (-0,21%), DAX (-0,25%), CAC 40 (-0,96%), FTSE MIB (-0,25%) e Ibex 35 (-0,81%), enquanto PSI 20 subiu (+0,54%).
- Trump amenizou o tom sobre o Irã e disse que estenderia a trégua até as negociações, mas a Axios aponta duração de apenas 3 a 5 dias.
- Houve informações conflitantes sobre novas negociações: New York Post cita boas notícias para sexta; Tasnim afirma que Teerã não pretende negociar no fim de semana.
- O noticiário geopolítico manteve pressão sobre petróleo e bancos de energia, com Lufthansa anunciando cortes de rotas e de até 20 mil voos; Randstad e ASM International subiram com balanços, enquanto Deutsche Telekom caiu em função de possível fusão com a T-Mobile.
As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta quarta-feira (22), diante de incertezas sobre o cessar-fogo no Oriente Médio. O mercado também digeriu resultados de empresas e notícias sobre o Estreito de Ormuz.
O destaque foi o clima entre EUA e Irã, com o Paquistão atuando como mediador e Trump amenizando ameaças. A trégua foi anunciada, mas com ressalvas sobre o tempo de duração.
Panorama de índices
Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,21%, para 10.476,46 pontos.
Em Frankfurt, o DAX recuou 0,25%, a 24.210,23 pontos.
Em Paris, o CAC 40 caiu 0,96%, a 8.156,43 pontos.
Milão (-0,25%) ficou em 47.785,46 pontos e Madrid (-0,81%) em 17.995,80.
Lisboa avançou 0,54%, a 9.185,60 pontos. Preços são preliminares.
Perspectivas e negociações
O conflito local influenciou expectativas sobre novas negociações. A Axios afirmou que o cessar-fogo pode durar apenas de 3 a 5 dias, citando fonte da Casa Branca.
O New York Post mencionou possíveis “boas notícias” para sexta-feira, enquanto Tasnim indicou que Teerã não tem agenda de negociação no momento.
Setores e impactos corporativos
Jornada de alta nos preços do petróleo sustentou ações de energia. Por outro lado, a Lufthansa caiu 2,9% após anunciar cancelamentos de rotas europeias e 20 mil voos de curta distância até outubro.
Randstad subiu 3,82% e ASM International avançou 6,80% em repercussão a balanços. A Deutsche Telekom caiu cerca de 4% com avaliação de fusão com a T-Mobile.
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