- A atividade econômica da Argentina caiu 2,1% em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2024, o pior resultado desde setembro de 2024.
- Em relação a janeiro, o Indicador Mensal de Atividade Econômica caiu 2,6%, o maior recuo desde dezembro de 2023.
- O resultado interanual ficou abaixo das expectativas de analistas: Reuters projetava alta de 0,4%.
- Oito dos setores contribuíram com crescimento, destacando-se pesca (+14,8%) e extração de minas e pedreiras (+9,9%).
- Sete setores retraíram, entre eles indústria de transformação (-8,7%) e comércio atacadista, varejista e de reparação (-7,0%), que juntos subtraíram 2,2 pontos percentuais do resultado.
A atividade econômica da Argentina recuou 2,1% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2024, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). O resultado é o pior desde setembro de 2024. O Indicador Mensal de Atividade Econômica (EMAE) também caiu 2,6% frente a janeiro, o maior recuo desde dezembro de 2023. Em janeiro, houve crescimento mensal de 0,4%.
O EMAE, que serve como indicador de desempenho do PIB, aponta uma trajetória de frustração após o fim de 2024. O desempenho interanual de fevereiro ficou abaixo das previsões de analistas consultados pela Reuters, que estimavam alta de 0,4%. Também ficou abaixo do crescimento de 1,9% observado em janeiro.
Setores com expansão e retração
Oito dos setores que compõem o EMAE registraram crescimento em fevereiro. Destacam-se pesca, com alta de 14,8% na comparação anual, e extração de minas e pedreiras, com avanço de 9,9%.
Já sete setores retraíram-se na mesma base de comparação, entre eles indústria de transformação (-8,7%) e o grupo que abrange comércio atacadista, varejo e reparação (-7,0%). Juntos, esses dois segmentos subtraíram 2,2 pontos percentuais do resultado interanual do indicador.
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