Em Alta NotíciasPessoasConflitosAcontecimentos internacionaisPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Economista alerta: decisões financeiras não devem ser impulsivas

Economista alerta: promessas de reduzir dívidas nas redes sociais são armadilhas; decisões financeiras devem ser fundamentadas para evitar inadimplência causada por juros altos

Especialistas alertam para armadilhas sobre postagens virais que orientam consumidores a contestar cobranças
0:00
Carregando...
0:00
  • Promessas de redução de dívidas, especialmente bancárias, têm ganhado força nas redes sociais e podem levar a soluções simplificadas.
  • Especialistas alertam sobre armadilhas das postagens virais que orientam consumidores a contestar cobranças pela lei do superendividamento.
  • O economista Ricardo Buso afirma que decisões financeiras não devem ser impulsivas e exigem justificativas sólidas para renegociar ou anular dívidas.
  • Em alguns casos, o credor pode negociar a cobrança de juros excessivos, tornando a renegociação um caminho válido.
  • Com a taxa de juros básica em torno de quinze por cento, empréstimos pessoais podem chegar a cento por cento ao ano, contribuindo para inadimplência elevada; a educação financeira contínua é apresentada como solução.

A promessa de redução de dívidas tem ganhado espaço nas redes sociais, especialmente entre quem atua com cobranças. Consumidores são orientados a contestar cobranças e recorrer à lei do superendividamento, mas especialistas alertam para riscos e armadilhas. O tema ganha destaque à medida que postagens virais se multiplicam.

Especialistas ressaltam que mudanças significativas na vida financeira exigem cautela. Não é recomendável abandonar argumentos sólidos por impulso ou por recomendações de terceiros. A análise de cada caso é essencial para avaliar a possibilidade de renegociação ou anulação de débitos.

O economista Rafael Buso explica que há situações em que o credor aceita reduzir juros abusivos, desde que haja motivo justificável para a negociação. Em contrapartida, renegociações sem base sólida podem não surtir efeito e gerar novas dificuldades.

Com juros básicos ainda elevados, muitos empréstimos se tornam impagáveis para parte dos inadimplentes. Segundo o especialista, taxas de até 15% ao ano já criam encargos elevados, levando a inadimplência em patamares altos por períodos prolongados. A educação financeira recebe papel central na prevenção.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais