- O FMI liberou desembolso imediato de US$ 400 milhões para o Equador, após revisão no âmbito de um programa.
- A instituição justificou o desembolso pelo crescimento econômico do país acima das expectativas, com baixa inflação, melhora no mercado de trabalho e superávits em conta corrente, além de reservas internacionais em níveis recordes.
- O desembolso faz parte do acordo de 48 meses com o Equador, no âmbito da Facilidade Estendida (EFF), iniciado em maio de 2024 e ampliado em julho de 2025, com acesso total de cerca de US$ 5 bilhões.
- O total de desembolsos do acordo passou a aproximadamente US$ 3,7 bilhões, segundo o FMI.
- O diretor-geral adjunto e presidente interino do FMI, Nigel Clarke, afirmou que as reformas estruturais visam aumentar a competitividade e gerar empregos, mantendo o foco na consolidação fiscal.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) liberou hoje um desembolso imediato de aproximadamente US$ 400 milhões para o Equador, após a revisão do país no âmbito de um programa vigentes. O ato ocorreu na quarta-feira, 22, e integra o acordo em curso.
O FMI justificou o desembolso com base no desempenho positivo da economia equatoriana. O organismo apontou crescimento acima das projeções em ambiente de baixa inflação, melhoria do mercado de trabalho e superávits em conta corrente, que sustentam o incremento das reservas internacionais a níveis recordes.
O desembolso faz parte de um acordo de 48 meses com o Equador na Facilidade Estendida (EFF), iniciado em maio de 2024 e ampliado em julho de 2025, com acesso total estimado em cerca de US$ 5 bilhões. O FMI ressaltou o compromisso das autoridades com o programa e com a trajetória fiscal acordada.
Segundo o FMI, as metas fiscais foram ajustadas para o fim de 2025, com medidas para desacelerar o desempenho fiscal abaixo do previsto e retomar a conformidade com a quinta revisão. A instituição afirmou que as demais metas do acordo foram cumpridas até o momento.
A revisão anunciada nesta quarta elevou o total de desembolsos do acordo para aproximadamente US$ 3,7 bilhões. O FMI destacou que as reformas estruturais visam aumentar a competitividade e gerar empregos, além de fortalecer a resiliência macroeconômica no médio prazo.
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