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Mané Garrincha encerra contrato com BRB em meio ao caso Master

Caso Master leva ao fim do naming rights do Estádio Nacional Mané Garrincha com o BRB, em meio a investigação da Polícia Federal

Estádio Mané Garrincha
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  • O Estádio Nacional Mané Garrincha deixará de se chamar Arena BRB a partir desta quinta-feira (23), com o encerramento do contrato de naming rights com o Banco Regional de Brasília.
  • A arena informou que serão retiradas todas as marcas, identificações e elementos visuais ligados ao BRB, em um processo conjunto entre as partes.
  • O BRB não comentou oficialmente o fim da parceria; o banco está sob investigação da Polícia Federal na operação Compliance Zero, ligada ao caso Master.
  • A crise do BRB envolve prejuízos nos negócios com o Master e a compra de cartas de crédito que chegam a R$ 12 bilhões, conforme apuração da PF.
  • Nesta semana, o ex-chefe do BRB trocou a defesa e abriu caminho para possível acordo de colaboração premiada.

O Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, deixará de se chamar Arena BRB a partir desta quinta-feira (23), conforme encerramento do contrato de naming rights com o Banco Regional de Brasília (BRB). A mudança ocorre no contexto de investigações envolvendo o banco.

O BRB é alvo de apurações da Polícia Federal ligadas ao caso Master. O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi preso na semana passada durante a operação Compliance Zero, que investiga fraudes envolvendo o banco e o Master.

Em comunicado oficial, a arena informou que serão retiradas todas as marcas e identificações visuais associadas ao BRB. A Direção do estádio afirmou que a mudança ocorre de forma planejada e coordenada entre as partes, sem detalhar próximos passos.

Contexto

O BRB enfrenta crise após prejuízos relacionados a operações com o Master e à compra de cartas de crédito que somam cerca de R$ 12 bilhões, segundo apuração da PF. Nesta quarta-feira, o ex-titular do BRB limpou a defesa e sinalizou possibilidade de colaboração premiada.

O anúncio de encerramento do naming rights não informou novos contratos ou substitutos. A PF permanece conduzindo as investigações e ainda não houve definição sobre desfechos judiciais ou acordos entre as partes envolvidas.

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