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Novo CEO da Apple, Ternus enfrenta desafio de reter talentos na transição

Novo diretor-executivo da Apple, John Ternus, enfrenta o desafio de reter talentos durante a transição, com aposentadorias e expansão de papel de Johny Srouji

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  • John Ternus será o próximo CEO da Apple, assumindo em setembro, em meio à saída de Tim Cook, com foco em reter talentos durante a transição.
  • A empresa viveu recente rotatividade de executivos e engenheiros, o que eleva a necessidade de estabilizar a equipe de liderança.
  • Johny Srouji passou a ocupar o cargo ampliado de primeiro diretor de hardware, consolidando a gestão de hardware sob uma única liderança.
  • Tom Marieb substitui Kate Bergeron na chefia de hardware; Srouji divides prioridades com uma equipe reestruturada, enquanto surgem dúvidas sobre a permanência de outros executivos.
  • A Apple expandiu o papel de Craig Federighi para software de IA e supervisão dos sistemas operacionais do Apple Watch e Vision Pro, em meio a competição de rivais como a OpenAI pela atração de talentos.

John Ternus assume a chefia da Apple e terá o desafio de reter talentos durante a transição de liderança, com Tim Cook deixando o cargo em setembro e uma reestruturação que amplia o papel de Johny Srouji.

A empresa viveu uma onda recente de demissões, de executivos a engenheiros, elevando a pressão sobre a nova gestão para manter a força de trabalho estável. A transição ocorre em meio a tensões internas.

No fim do ano passado, Srouji considerou deixar a Apple. A direção criou um caminho para mantê-lo, oferecendo remuneração elevada e um cargo ampliado, que o tornaria o segundo na linha de comando.

Reestruturação de hardware

Na prática, Srouji assumiu a função ampliada de diretor de hardware, unindo engenharia de hardware e atuação estratégica. A mudança depende da saída de Cook e da promoção de Ternus, abrindo espaço para consolidar decisões.

Ternus elogiu Srouji na reunião geral de 21 de agosto, destacando a parceria de longa data. O novo acordo de atuação reforça a integração entre hardware e produtos da Apple, segundo fontes próximas.

Riscos e possíveis saídas

A Apple também sinaliza mudanças em executivos-chave; algumas atenções recaem sobre Kate Bergeron, que pode ser substituída por Tom Marieb, devido à confiança de Ternus na nova liderança.

Outros veteranos avaliam o futuro, como Mike Rockwell, responsável pelo Vision Pro e pela Siri, que considera deixar a empresa ou assumir função de consultor após ajustes de produto. A tendência aponta para uma reconfiguração ampla.

Perspectivas de talento e competição

A transição ocorre em meio a disputas de talento com rivais como a OpenAI, que amplia sua equipe de hardware, aumentando a pressão para manter engenheiros-chave. A Apple busca manter talentos críticos durante a mudança.

A direção reforça o alinhamento institucional: Alaska de liderança foi expandida para apoiar IA e sistemas operacionais, visando continuidade na estratégia de produtos. A comunicação interna aponta para continuidade nos objetivos, sem mudanças abruptas.

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