- O ouro ficou praticamente estável após a extensão do cessar-fogo com o Irã, mantendo-se pressionado pela crise no estreito de Hormuz e pelos riscos de inflação.
- A cotação chegou perto de $4,725 por onça na abertura do pregão, após alta de 0,4% na sessão anterior, encerrando uma sequência de queda.
- O rompante de Hormuz demonstra impacto na segurança energética global e eleva as pressões inflacionárias.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o cessar-fogo assinado em 7 de abril permanecerá em vigor indefinidamente, enquanto Washington aguarda uma nova proposta de paz do Irã.
- O Irã afirmou que não tem planos de participar de negociações em breve.
O ouro manteve-se praticamente estável diante da extensão, pelos EUA, do cessar-fogo com o Irã. O mercado acompanha ainda o bloqueio do Estreito de Hormuz, que eleva as preocupações com a segurança energética e, por consequência, com a inflação.
O lingote operava próximo de 4.725 dólares a onça na abertura, após subir 0,4% na sessão anterior para conter queda de dois dias. Trata-se de uma leitura de curto prazo sobre a resposta a tensões regionais e políticas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a trégua acordada em 7 de abril permaneceria em vigor indefinidamente, enquanto Washington aguarda o Irã apresentar uma nova proposta de paz. Teerã, por sua vez, disse não ter planos de negociar em breve.
Implicações do bloqueio e do acordo
O bloqueio no estreito envolve riscos para o fluxo de energia global, pressionando preços e alimentando expectativas inflacionárias. Autoridades e mercados monitoram sinais de flexibilização ou agravamento do conflito, que podem influenciar políticas monetárias futuras.
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